A Verdadeira História do Natal


INTRODUÇÃO

“Ele é a Rocha cuja obra é perfeita, porque todos os seus caminhos juízo são; Deus é a verdade, e não há nele injustiça; justo e reto é.”

Deuteronômio 32:04

Verdade: o que realmente pode ser comprovado com o que foi dito; autêntico, real. A partir deste anunciado, vamos pensar no assunto em questão. O verdadeiro existe porque existe um falso; diz-se que em tempo de guerra, a primeira coisa que se perde é a verdade. Estamos em um tempo em que a verdade se tem perdido; as pessoas aceitam qualquer credo ou dogma sem comprovar se é a verdade ou não. Mas então, onde está a verdade? A resposta é bem simples: única verdade é Deus, Sua Palavra.

Estamos vivendo em um tempo onde as pessoas não se importam se estão ou não na verdade. Como diz o Apóstolo Paulo em II Tessalonicenses 02:10-11:

“…e com todo engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. E, por isso, Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira…”

Entretanto, mesmo que o mundo não creia na verdade, mas crê na mentira, a verdade deve ser dita. Pois a verdade se pode mostrar, comprovar, é algo em que nos sentimos seguro. A verdade é um navio forte que não se quebra diante das tempestades, mas chega ao porto final. E a verdade que vamos falar e comprovar agora é sobre o Natal.

NATAL

No ano de 1962, pregando uma Mensagem intitulada “A Queda do Mundo“, o irmão Branham disse que a palavra Natal é uma expressão católica que significa, C-H-R-I-S-T-M-A-S (Natal em inglês), vêem “Christ” mais “missa”, “Missa de Cristo”, sendo que isto foi ordenado e começado pela igreja Romana.

Na Mensagem “Senhores, Queríamos Ver a Jesus“, o Profeta disse que o dia 25 de dezembro é o aniversário do deus sol, o baalim de roma, o deus sol, onde precisamente o sol está a meio caminho em volta nesta data. Então, do dia 20 até o dia 25 de dezembro o circo romano estava em celebração do aniversário do deus sol.

Com isso, na época de Constantino, este deu banquetes especiais para o povo, diz o irmão Branham na Mensagem “A Era de Pérgamo“. Este eram os velhos banquetes pagãos com nomes tirados da igreja, onde os ritos cristãos eram tomados e abusados em cerimônias pagãs. Deste modo eles disseram: “bem agora para agradar tanto os cristãos como os pagãos, nós faramos ao invés do deus sol, o filho de Deus e o deus sol juntos. Deste modo nós uniremos tudo e faremos disso o mesmo aniversário e o faremos no dia 25.”

Mas sabemos que Ele nasceu em Abril, quando a vida se desabrocha, não em dezembro. Jesus nunca nasceu em nenhum 25 de dezembro. Nós sabemos que isto é impossível, pois as colinas da judeia estão cheias de neves nesse tempo. Jesus comumente, pela astrologia, e assim por diante nasceu ao redor do dia 01 de abril, portanto quando era primavera (A Deidade de Jesus Cristo – Parág. 37)

No livro “História do Cristianismo”, A. Donini disse assim:

“Os Evangelhos nada dizem sobre o ano, o mês e o dia do nascimento de Jesus, porque quanto ao mês e ao dia, é algo que não devia preocupar excessivamente os evangelistas, porque a data que contava, na liturgia antiquíssima, não era a do nascimento, mas a da morte e ressurreição do Messias.

…no entanto a cena descrita no Evangelho de São Lucas, com os pastores – que passam a noite ao relento para guardar os rebanhos – fazia pensar mais na primavera do que no inverno.

A escolha do 25 de dezembro remonta à época de Constantino e está relacionada a velha teologia solar.

Este dia, que no calendário romano coincidia com o solstício de inverno, era desde há muito tempo comemorado no oriente e no mundo mediterrâneo como a data do “renascimento” do sol, uma das divindades mais difundidas, identificada com Mitra. Deste modo, a igreja não teve dificuldades em fazer esta solenidade, extremamente popular, visto os apologistas terem já apresentado Jesus como o verdadeiro e único “sol da salvação”, com um claro acento polêmico relativamente ao culto rival.

E portanto, incontestável o fato de o nosso Natal é derivado do culto solar.”

Para finalizar, o Profeta de Deus, William Branham, disse assim:

“Nós tomamos a palavra Natal. É muito raro você alguma vez ouvir o Nome de Cristo ser mencionado. Não se ouve ser mencionado. As luzes e os enfeites estão voltados para o Papai Noel, não para Cristo. As pessoas mal sabem para que é o Natal verdadeiramente. Simplesmente o paganizaram e o paganizaram até que se tornou todo pagão. É um grande dia comercial de celebração…”

Fonte: SOMENTE CRER

tabernaculo-4 - Copia

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A Verdadeira História do Natal


INTRODUÇÃO

“Ele é a Rocha cuja obra é perfeita, porque todos os seus caminhos juízo são; Deus é a verdade, e não há nele injustiça; justo e reto é.”

Deuteronômio 32:04

Verdade: o que realmente pode ser comprovado com o que foi dito; autêntico, real. A partir deste anunciado, vamos pensar no assunto em questão. O verdadeiro existe porque existe um falso; diz-se que em tempo de guerra, a primeira coisa que se perde é a verdade. Estamos em um tempo em que a verdade se tem perdido; as pessoas aceitam qualquer credo ou dogma sem comprovar se é a verdade ou não. Mas então, onde está a verdade? A resposta é bem simples: única verdade é Deus, Sua Palavra.

Estamos vivendo em um tempo onde as pessoas não se importam se estão ou não na verdade. Como diz o Apóstolo Paulo em II Tessalonicenses 02:10-11:

“…e com todo engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. E, por isso, Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira…”

Entretanto, mesmo que o mundo não creia na verdade, mas crê na mentira, a verdade deve ser dita. Pois a verdade se pode mostrar, comprovar, é algo em que nos sentimos seguro. A verdade é um navio forte que não se quebra diante das tempestades, mas chega ao porto final. E a verdade que vamos falar e comprovar agora é sobre o Natal.

NATAL

No ano de 1962, pregando uma Mensagem intitulada “A Queda do Mundo“, o irmão Branham disse que a palavra Natal é uma expressão católica que significa, C-H-R-I-S-T-M-A-S (Natal em inglês), vêem “Christ” mais “missa”, “Missa de Cristo”, sendo que isto foi ordenado e começado pela igreja Romana.

Na Mensagem “Senhores, Queríamos Ver a Jesus“, o Profeta disse que o dia 25 de dezembro é o aniversário do deus sol, o baalim de roma, o deus sol, onde precisamente o sol está a meio caminho em volta nesta data. Então, do dia 20 até o dia 25 de dezembro o circo romano estava em celebração do aniversário do deus sol.

Com isso, na época de Constantino, este deu banquetes especiais para o povo, diz o irmão Branham na Mensagem “A Era de Pérgamo“. Este eram os velhos banquetes pagãos com nomes tirados da igreja, onde os ritos cristãos eram tomados e abusados em cerimônias pagãs. Deste modo eles disseram: “bem agora para agradar tanto os cristãos como os pagãos, nós faramos ao invés do deus sol, o filho de Deus e o deus sol juntos. Deste modo nós uniremos tudo e faremos disso o mesmo aniversário e o faremos no dia 25.”

Mas sabemos que Ele nasceu em Abril, quando a vida se desabrocha, não em dezembro. Jesus nunca nasceu em nenhum 25 de dezembro. Nós sabemos que isto é impossível, pois as colinas da judeia estão cheias de neves nesse tempo. Jesus comumente, pela astrologia, e assim por diante nasceu ao redor do dia 01 de abril, portanto quando era primavera (A Deidade de Jesus Cristo – Parág. 37)

No livro “História do Cristianismo”, A. Donini disse assim:

“Os Evangelhos nada dizem sobre o ano, o mês e o dia do nascimento de Jesus, porque quanto ao mês e ao dia, é algo que não devia preocupar excessivamente os evangelistas, porque a data que contava, na liturgia antiquíssima, não era a do nascimento, mas a da morte e ressurreição do Messias.

…no entanto a cena descrita no Evangelho de São Lucas, com os pastores – que passam a noite ao relento para guardar os rebanhos – fazia pensar mais na primavera do que no inverno.

A escolha do 25 de dezembro remonta à época de Constantino e está relacionada a velha teologia solar.

Este dia, que no calendário romano coincidia com o solstício de inverno, era desde há muito tempo comemorado no oriente e no mundo mediterrâneo como a data do “renascimento” do sol, uma das divindades mais difundidas, identificada com Mitra. Deste modo, a igreja não teve dificuldades em fazer esta solenidade, extremamente popular, visto os apologistas terem já apresentado Jesus como o verdadeiro e único “sol da salvação”, com um claro acento polêmico relativamente ao culto rival.

E portanto, incontestável o fato de o nosso Natal é derivado do culto solar.”

Para finalizar, o Profeta de Deus, William Branham, disse assim:

“Nós tomamos a palavra Natal. É muito raro você alguma vez ouvir o Nome de Cristo ser mencionado. Não se ouve ser mencionado. As luzes e os enfeites estão voltados para o Papai Noel, não para Cristo. As pessoas mal sabem para que é o Natal verdadeiramente. Simplesmente o paganizaram e o paganizaram até que se tornou todo pagão. É um grande dia comercial de celebração…”

Fonte: SOMENTE CRER

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