Rebekah Branham Smith conta a história, um exemplo de vida cristã da irmã Meda Branham


Rebekah Branhawmb2m Smith  conta a história, um exemplo de vida cristã da irmã Meda Branham


 wmb3Postado pela irmã Sarah Sousa no dia 01.09.2013, é uma ótima história para as irmãs jovens lerem e meditarem sobre o assunto, para quem quiser dar uma lida, a história está aqui em baixo.

Minha mãe era uma esposa do lar. Embora houvesse várias oportunidades para ela ter se apropriado de uma parte do holofote que estava sobre o ministério de seu marido, e talvez até mesmo conseguido uma medida de fama pessoal, ela preferiu permanecer em casa, nos fundos, e tomar conta dos seus filhos.

Mamãe frequentemente dizia que a única coisa que ela sabia como fazer era lavar e passar roupas. De fato, até mesmo quando ela viajava ela levava junto uma pequena tábua de lavar para que ela pudesse lavar as golas e as mangas das camisas brancas do papai, as quais ela depois passava por cima de uma mala almofadada com toalhas. Nós a importunávamos, dizendo que ela não podia ficar muito tempo longe de casa que isso a levava a procurar por uma máquina de lavar para poder se acalmar.

As pessoas que vieram a conhecer mamãe estavam sempre impressionadas por sua natureza bastante gentil, igualmente pela sabedoria dos seus conselhos. Eu dificilmente pude acreditar em meus ouvidos. Essa era a mulher que frequentemente passava meias, cadarços e até mesmo panos de lavar rosto! Ela deve ter notado o meu olhar de confusa, e ela começou a relatar para mim esta história: “Eu comecei a passar roupa para o povo quando eu estava com dez anos de idade. Eu passava constantemente doze camisas brancas de homens todo o dia, e eu tive que ficar direto junto ao fogão a lenha, verão e inverno, a fim de manter quentes os dois ferros de engomar. Exatamente então eu aprendi a odiar passar roupa, mas eu tinha que ajudar a pagar nossas contas, e isso era o que eu podia fazer de melhor.

Quando Bill e eu nos casamos e eu comecei a viajar com ele para algumas das reuniões, eu fui apresentada pela primeira vez para o que parecia ser o que o mundo esperava da esposa ideal de um ministro. Eu senti que simplesmente não houvesse meio algum de que alguma vez eu pudesse me qualificar àquelas expectativas. As esposas e membros de famílias dos outros ministros que viajavam com Bill, os Lindseys, os Baxters, os Moores, os Bosworths, e outros – eram todas educadas, e (aos meus olhos) elas pareciam ser tão perfeitas. A única coisa que eu sabia como fazer era o trabalho do lar – cuidando a casa, as crianças, e as roupas. Eu sabia que Bill não esperava de mim ser uma pessoa social, mas eu me sentia tão ignorante, e eu estava constantemente com medo de dizer ou fazer alguma coisa errada e de trazer desgraça para o seu ministério. Finalmente, Satanás havia me levado ao ponto onde eu até mesma pensei que Bill estaria melhor longe sem mim.

Um dia eu estava na tábua de passar, apressando para terminar com as roupas que eu estava precisando deixá-las prontas para Bill. E eu estava sentindo muito por mim mesma, e desejando que eu pudesse ser mais parecida com as outras esposas que eu sabia que estariam atendendo nas reuniões em que ele estava se preparando para partir. ‘Senhor’, eu clamei, ‘Porque parece que essa é a única coisa de que sou capaz de fazer para o meu marido e minha família? Porque eu não posso fazer algo que é importante?’ Então algo falou ao meu coração e disse: ‘Você pode orar por eles’.

Certamente que eu sempre orava por cada membro de minha família, mas de alguma forma enquanto eu continuava a passar a camisa de Bill, eu comecei a orar especificamente por ele, pedindo ao Senhor para fortalecê-lo para as reuniões que viriam pela frente. Depois eu passei a camisa de Sarah, e eu comecei a orar por ela e pelas dificuldades e decisões que ela enfrentava na escola todo dia.

E assim foi. Quando cada artigo era tirado do cesto, eu orava por aquele que usaria aquela vestimenta. Tudo brevemente ao passar estava terminado e eu sabia que eu havia encontrado o meu trabalho importante Eu realmente não gostava de passar, mas desde então isso deixou de ser simplesmente ‘passar roupa’ para mim e ao invés disso se tornou uma ‘oportunidade’”. Espalhado ao longo das Escrituras estão histórias de mulheres heroicas cujas vidas influenciaram suas famílias, e, às vezes, até mesmo ajudaram a moldar as histórias de suas comunidades.

Elas foram simplesmente mulheres normais, porém cada uma delas havia aprendido um valioso segredo, e o segredo é este: há uma tendência em todos nós de passarmos por pequenas oportunidades que chegam ao nosso caminho, achando que existe uma maior e melhor à frente. Mas a fidelidade em fazer seja qual for a obrigação que está à mão, e a habilidade para reconhecer uma oportunidade de servir a Deus, mesmo em tarefas humildes, essa é a coisa da qual os verdadeiros heróis e heroínas de fé são feitos.

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Rebekah Branhawmb2m Smith  conta a história, um exemplo de vida cristã da irmã Meda Branham


 wmb3Postado pela irmã Sarah Sousa no dia 01.09.2013, é uma ótima história para as irmãs jovens lerem e meditarem sobre o assunto, para quem quiser dar uma lida, a história está aqui em baixo.

Minha mãe era uma esposa do lar. Embora houvesse várias oportunidades para ela ter se apropriado de uma parte do holofote que estava sobre o ministério de seu marido, e talvez até mesmo conseguido uma medida de fama pessoal, ela preferiu permanecer em casa, nos fundos, e tomar conta dos seus filhos.

Mamãe frequentemente dizia que a única coisa que ela sabia como fazer era lavar e passar roupas. De fato, até mesmo quando ela viajava ela levava junto uma pequena tábua de lavar para que ela pudesse lavar as golas e as mangas das camisas brancas do papai, as quais ela depois passava por cima de uma mala almofadada com toalhas. Nós a importunávamos, dizendo que ela não podia ficar muito tempo longe de casa que isso a levava a procurar por uma máquina de lavar para poder se acalmar.

As pessoas que vieram a conhecer mamãe estavam sempre impressionadas por sua natureza bastante gentil, igualmente pela sabedoria dos seus conselhos. Eu dificilmente pude acreditar em meus ouvidos. Essa era a mulher que frequentemente passava meias, cadarços e até mesmo panos de lavar rosto! Ela deve ter notado o meu olhar de confusa, e ela começou a relatar para mim esta história: “Eu comecei a passar roupa para o povo quando eu estava com dez anos de idade. Eu passava constantemente doze camisas brancas de homens todo o dia, e eu tive que ficar direto junto ao fogão a lenha, verão e inverno, a fim de manter quentes os dois ferros de engomar. Exatamente então eu aprendi a odiar passar roupa, mas eu tinha que ajudar a pagar nossas contas, e isso era o que eu podia fazer de melhor.

Quando Bill e eu nos casamos e eu comecei a viajar com ele para algumas das reuniões, eu fui apresentada pela primeira vez para o que parecia ser o que o mundo esperava da esposa ideal de um ministro. Eu senti que simplesmente não houvesse meio algum de que alguma vez eu pudesse me qualificar àquelas expectativas. As esposas e membros de famílias dos outros ministros que viajavam com Bill, os Lindseys, os Baxters, os Moores, os Bosworths, e outros – eram todas educadas, e (aos meus olhos) elas pareciam ser tão perfeitas. A única coisa que eu sabia como fazer era o trabalho do lar – cuidando a casa, as crianças, e as roupas. Eu sabia que Bill não esperava de mim ser uma pessoa social, mas eu me sentia tão ignorante, e eu estava constantemente com medo de dizer ou fazer alguma coisa errada e de trazer desgraça para o seu ministério. Finalmente, Satanás havia me levado ao ponto onde eu até mesma pensei que Bill estaria melhor longe sem mim.

Um dia eu estava na tábua de passar, apressando para terminar com as roupas que eu estava precisando deixá-las prontas para Bill. E eu estava sentindo muito por mim mesma, e desejando que eu pudesse ser mais parecida com as outras esposas que eu sabia que estariam atendendo nas reuniões em que ele estava se preparando para partir. ‘Senhor’, eu clamei, ‘Porque parece que essa é a única coisa de que sou capaz de fazer para o meu marido e minha família? Porque eu não posso fazer algo que é importante?’ Então algo falou ao meu coração e disse: ‘Você pode orar por eles’.

Certamente que eu sempre orava por cada membro de minha família, mas de alguma forma enquanto eu continuava a passar a camisa de Bill, eu comecei a orar especificamente por ele, pedindo ao Senhor para fortalecê-lo para as reuniões que viriam pela frente. Depois eu passei a camisa de Sarah, e eu comecei a orar por ela e pelas dificuldades e decisões que ela enfrentava na escola todo dia.

E assim foi. Quando cada artigo era tirado do cesto, eu orava por aquele que usaria aquela vestimenta. Tudo brevemente ao passar estava terminado e eu sabia que eu havia encontrado o meu trabalho importante Eu realmente não gostava de passar, mas desde então isso deixou de ser simplesmente ‘passar roupa’ para mim e ao invés disso se tornou uma ‘oportunidade’”. Espalhado ao longo das Escrituras estão histórias de mulheres heroicas cujas vidas influenciaram suas famílias, e, às vezes, até mesmo ajudaram a moldar as histórias de suas comunidades.

Elas foram simplesmente mulheres normais, porém cada uma delas havia aprendido um valioso segredo, e o segredo é este: há uma tendência em todos nós de passarmos por pequenas oportunidades que chegam ao nosso caminho, achando que existe uma maior e melhor à frente. Mas a fidelidade em fazer seja qual for a obrigação que está à mão, e a habilidade para reconhecer uma oportunidade de servir a Deus, mesmo em tarefas humildes, essa é a coisa da qual os verdadeiros heróis e heroínas de fé são feitos.

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