Revista Boas Novas | William Branham na Finlândia


Esta é uma série de testemunhos sobre a visita do irmão Branham em 1950 à Finlândia. O testemunho foi publicado em uma revista pentecostal de 1950, chamada HYVÄ SANOMA (Boas Novas). Foi originalmente escrito em finlandês e traduzido para o português.

William Branham na Finlândia

A visita do irmão Branham e seus associados deixou marcas profundas na vida cristã da Finlândia. Os eventos do Novo Testamento tornaram-se realidade diante de nossos olhos, e por causa disso, agora podemos ler a Bíblia sob nova luz. É de fato surpreendente constatar que na Palavra de Deus existe uma mensagem tão ampla para a cura do corpo. Somente a salvação tem uma posição mais dominante no Novo Testamento.

Uma das características especiais das reuniões que o irmão Branham realizou na Finlândia é que foi dada grande ênfase em pregar o que a Bíblia ensina sobre estas questões. O próprio irmão Branham não fala muito, mas seus associados pregam a Palavra de Deus sobre a cura do corpo. Esta Palavra de Deus pregada é o melhor fundamento para uma experiência de cura. “A fé é pelo ouvir, e o ouvir pela Palavra de Deus” (Romanos 10:17). Esta abundância da Palavra de Deus nas reuniões faz com que todos os cristãos, independente de sua denominação, aceitem e se abram para Deus. Nas reuniões temos visto muitos representantes de diferentes denominações afirmarem que a Palavra de Deus hoje ainda tem o poder de mudar as pessoas – tanto no corpo quanto na alma.

Muitas pessoas vêm às reuniões para conhecer o “curador.” A fé delas está completamente ligada a um homem, Branham, que pode curá-las. Mas logo esta ilusão se torna clara para elas. O irmão Branham disse vez após vez: “Eu não curo ninguém – Deus é Quem cura!” Nenhum médico pode curar as pessoas. Ele pode ajudar com sua ciência e acelerar o processo de cura que a vida pode realizar pelos poderes que o Criador concedeu. Mas se a vida não pode dominar a doença, mesmo o médico mais habilidoso fica desamparado.

Mas há Um que realmente pode curar. Ele diz de Si Mesmo: “Eu sou o Senhor que te sara” (Êxodo 15:26). Ele, que criou o homem e lhe deu vida, também pode curá-lo, mesmo quando a quantidade de vida que ele tem não consegue superar a doença.

Ele tem tido esse poder em todos os tempos. Mas não cremos Nele como deveríamos. É por isso que Seu poder de cura foi deixado para nós como uma riqueza não utilizada. Muitas pessoas podem ter sofrido a vida toda com doenças que o Senhor alegremente removeria se apenas ousassem crer Nele. O dom que Deus deu a William Branham foi dado por esse motivo, para que pessoas que sofrem de diversas doenças possam receber fé suficiente em Deus para também crer que Ele as curará. Durante essas duas semanas em que Branham esteve na Finlândia, foi possível ver claramente que a fé no Senhor como nosso curador/médico aumentou. Muitas testemunhas do Senhor começaram a orar pelos enfermos com mais coragem e força.


Deve ser muito difícil tornar-se inimigo de um homem como William Branham. O amor infinito brilha em toda a sua maneira de ser. Toda a atmosfera que o rodeia está repleta dele. Este amor torna-se mais evidente quando ele lida com os enfermos, olha para a multidão, e quando ora. Ele também trata com enorme amor as pessoas que falharam em suas vidas, pessoas que tentaram ser cristãs e realmente ainda não são. Quando Deus revela a ele o estado interior dessas pessoas, ele fala sobre isso de maneira tão amorosa e tocante, que faz o coração derreter. Quando se vê um homem brilhando com tanto amor, tem-se uma firme convicção de que ele deve ter muito em comum e ter muito contato com Aquele que é o princípio e a fonte do amor.

O irmão Branham é uma pessoa de princípio, e justa. Esta é uma grande vantagem para um homem que tem esse dom. Ele não concede privilégios a um acima do outro. Ninguém pode dizer que ele faz acepção de pessoas. Pregadores e membros de igreja não têm nenhum tipo de “tratamento privilegiado” em comparação com cristãos de outras denominações ou pessoas que ainda não foram salvas.


O espírito de revelação que opera no irmão Branham torna suas reuniões genuínas reuniões de reavivamento. Aqueles que têm um encontro pessoal percebem que Deus sabe todas as coisas em suas vidas e que Ele também pode revelar a Seu servo o que Ele sabe. “Você tentou ser cristão, mas não é. Três vezes você se entregou a Deus, mas todas as vezes o mundo o tentou e o fez recuar…” Deve ser perturbador quando você ouve algo assim e tem de confirmar na frente de uma grande audiência. No entanto, aqui isto está envolvido por um amor incrível e tocante, como sempre ocorre quando Deus fala através de um Espírito de revelação. Não vi nenhuma pessoa se endurecer nem se ofender com o que experimentou aqui, mas ficar quebrantada, dar glória a Deus e entregar a vida a Ele. Isso influenciou um número incontável de pecadores a despertar. Pois ao mesmo tempo em que Deus revelava àqueles que estavam na plataforma, Seu Espírito fazia o mesmo aos pecadores em seus assentos.

Quando cerca de duas mil pessoas se levantam em uma reunião, expressando que estão entregando a vida a Jesus, é sinal de que há um reavivamento. O líder da reunião solicitou que todos aqueles que não estavam sendo sinceros se sentassem, e que apenas aqueles que realmente queriam entregar a vida ao Senhor permanecessem em pé. Alguns se sentaram, mas aquela multidão de cerca de duas mil pessoas permaneceu de pé, séria e comovida, participando da oração que o irmão Lindsay fez com elas e por elas. O Espírito de revelação deve ter levado tantas pessoas a ficarem conscientes de seus pecados e querer ser salvas.

O irmão Branham contou que tipo de sinal Deus lhe deu que lhe permitia levar as pessoas a crer. Ao pegar com sua mão esquerda a mão direita de uma pessoa enferma, ele pode dizer o que há de errado com o paciente. Durante sua visita à Finlândia, dezenas de milhares de pessoas perceberam que esse dom funcionou com absoluta precisão. O próprio irmão Branham confia completa e firmemente em Deus, que lhe deu o dom. Você precisa de fé, quando diz diante de 7.000 pessoas que tipo de doença está incomodando uma pessoa, uma pessoa que você está vendo pela primeira vez na vida. Mas Branham crê em Deus, e diz o que Deus lhe mostra através do sinal que aparece em sua mão esquerda. Câncer, pneumonia, doenças do estômago, problemas cardíacos, condições nervosas, tumores, epilepsias e todos os outros tipos de doenças que ele pode diagnosticar assim. No cartão que o doente traz consigo está indicado o tipo de doença. Mas o irmão Branham não vê o cartão. O intérprete lê o que está escrito no cartão somente depois que o próprio irmão Branham descreveu. Mesmo doenças que os médicos não foram capazes de diagnosticar, Branham foi capaz de explicar. Por exemplo, veio diante dele um homem que havia consultado vários médicos por causa das pernas doentes que começaram a atrofiar, e não conseguiam encontrar nada de errado. Branham explicou que os nervos das pernas começaram a morrer. Ele explicou como esse homem doente sentia dores nas pernas, e que os médicos não conseguiam explicar a causa da doença, mas também explicou que agora Deus havia curado esse homem.


O texto abaixo é para a foto na página 84:
O auditório Messuhalli está lotado! Grandes multidões estão ouvindo a reunião no campo próximo, onde os alto-falantes repetem tudo o que está acontecendo lá dentro.

Para encerrar, aqui estão algumas palavras sobre como as reuniões foram organizadas. A reunião começa com cântico e oração, assim como a maioria das reuniões realizadas por cristãos livres. Depois disso, um dos associados do irmão Branham fala. Geralmente eles não falam muito do que Deus fez nas reuniões recentes, mas principalmente sobre o que a Bíblia declara sobre a cura dos enfermos, o que Jesus ensinou e fez. Isso causa fé. Depois contam como Deus deu ao irmão Branham o dom de curar os enfermos, e um chamado para levá-lo a todas as nações do mundo. Com isso eles querem aumentar a fé no fato de que Deus quer manifestar Seu poder neste exato momento. Ao mesmo tempo eles querem levar as pessoas a deixar de olhar para um homem e passar a olhar para Aquele que dá dons às pessoas.

Durante a reunião, Howard Branham, irmão de William, caminha entre os enfermos e lhes entrega 50 cartões de oração numerados. Lá a pessoa enferma escreve seu nome e endereço e informa se está salva ou não, e qual é a doença. Mas os 50 que receberam os cartões de oração ainda não sabem ao certo se receberão tratamento pessoal. Dentre estes, 10 ou 15 números são sorteados, e as pessoas que têm esses números são chamadas. Se a força do irmão Branham perdurar, eles poderão, um por um, entrar na plataforma. Por esse procedimento os irmãos queriam remover todas as possibilidades de humanamente se saber quem chegaria à plataforma. Assim, o cartão de oração não garante que a pessoa tenha um encontro pessoal.

Por meio do que Deus faz na plataforma a fé dos presentes aumenta, de modo que eles erguem os olhos da fé para Aquele que prometeu ser o médico delas. Nas reuniões na Finlândia houve mais pessoas que experimentaram a cura sem o irmão Branham orar especificamente por elas do que aquelas que ele tratou pessoalmente. Se a pessoa esperar receber a cura diretamente de Deus, e sua vida espiritual não estiver conectada a um intermediário, um milagre pode acontecer, não importa se a pessoa recebe tratamento pessoal ou não. Além disso, quando o Espírito de Deus está próximo, Ele mostra ao irmão Branham os que na audiência estão crendo em Deus como médico, e o irmão Branham lhes diz qual é a doença deles e que Deus os curou.

Quando a fé aumenta, é possível fazer uma fila de oração. Isso acontece para que os enfermos caminhem em frente do irmão Branham e dos irmãos que estão próximos a ele em uma longa fila. Ele impõe as mãos sobre eles, como está escrito em Marcos 16: “Eles impõem as mãos sobre os enfermos e eles são curados.” Dessa forma até mil pessoas podem entrar em contato com o irmão Branham em uma noite. Assim o dom de cura que está no irmão Branham não influencia tanto quanto em casos particulares, mas a fé em Deus como médico e a fé em Sua Palavra ajudam os enfermos a ser curados.

Algumas pessoas têm mais fé no intermediário do que no Deus do intermediário. E quando não conseguem ter uma forte sensação pela imposição das mãos do irmão Branham, sua fé não entra em contato com Deus. É por isso que não recebem ajuda. Tanto o irmão Branham quanto seus associados fazem o possível para incentivar as pessoas a crer em Deus como seu médico. Quando isso ocorre, milagres acontecem.

Nesse contexto, é importante mencionar que Deus nem sempre cura imediatamente. Em muitos casos o milagre acontece a caminho de casa, ou durante a noite, ou às vezes até mais tarde. Tudo isso ocorre devido aos espíritos malignos nas doenças, os espíritos das doenças que se estabeleceram no corpo humano. Esses espíritos querem ter o corpo como morada, e não estão dispostos a sair. Mas se pela fé nos apegarmos à cura que recebemos pela fé, os demônios terão de fugir. Às vezes pode levar algum tempo para os espíritos da doença serem [CONTINUA NA PARTE INFERIOR DA PÁGINA 91] vencidos, e muitos que não entendem isso voltam a duvidar, quando o milagre não acontece imediatamente. O diabo sussurra: “Não aconteceu nada.” Muitos acreditam no que ele diz, duvidando de Deus e ao mesmo tempo perdendo o fundamento da cura.

Muitas vezes também Deus Se encontrou com os enfermos e realizou um milagre, mas o espírito de doença fez uma forte tentativa de voltar. Muitos mantiveram a fé firme no que Deus fez e permaneceram saudáveis. Mas houve casos em que a dúvida ganhou espaço no coração, e por isso a doença se apoderou da pessoa novamente. É o mesmo que ocorre na salvação. Alguém ora, crê, e é salvo. Mas então o diabo chega e semeia dúvidas: “Não foi uma experiência verdadeira!” Você se sente agora tão indigno! Pensa em como é tentado, e assim por diante. Se essas tentações se apoderarem da pessoa, ela não poderá mais viver na salvação que recebeu.

Quando o irmão Branham ora pelos enfermos ou na fila de oração, sai força dele. Afinal, o corpo humano é apenas pó. Negligenciar as regras de vida deste tabernáculo de pó é, de certo modo, um crime contra Aquele que deu a vida. Quando o irmão Branham recebeu o dom de cura no início do seu ministério, ele orava por várias horas pelos enfermos até ele próprio ficar exausto. Ele chegava a ficar tão esgotado que levava semanas para voltar à ativa. Agora seus associados se organizaram de modo a monitorá-lo. E quando veem que sua força está começando a se esvair, eles o tiram da reunião. E então um dos outros ministros pode encerrar a reunião.


ATRAVÉS DO SOFRIMENTO

“Não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a futura.”

No domingo, 23 de abril, William Branham chegou de surpresa à reunião diurna na igreja Eelim em Kuopio. Ele não orou pelos enfermos, mas testificou dos eventos em sua vida. Estive em reuniões maravilhosas, vi cegos verem, surdos ouvirem e coxos caminharem, mas a mensagem desse encontro impressionou profundamente a audiência.

Nosso irmão chorou e conversou. Nunca estive em uma reunião em que o coral, os ministros e a audiência choraram, de modo que em alguns momentos era difícil ouvir a palestra. Essa palestra permitiu ter uma ideia da escola difícil pela qual Deus fez Seu servo passar. Serviu de pano de fundo para entender a toda a operação de Branham. Aqui estamos publicando os destaques da palestra.

Unto Kunnas

(Palavras do irmão Branham extraídas das anotações do irmão Kunnas)

É uma grande alegria estar em uma nação onde o Espírito de Deus está Se movendo. Um irmão me disse que a Finlândia está em dívida com os Estados Unidos, mas vocês têm aquilo de que os Estados Unidos precisam: o amor de Deus. Gostaria que nossa nação fosse como a de vocês. Essa pequena dívida! Gostaria que ela (a dívida) estivesse em minhas mãos, e não mais existiria!

Vim para ser uma bênção para vocês, mas vocês estão sendo uma bênção para mim. Gostaria de poder encontrar uma audiência nos Estados Unidos que tivesse a fé de vocês! Não entendo o que vocês falam, mas há algo no espírito que entendo. Lá na fila houve muitos que foram curados antes de eu tocá-los. Vocês são uma bênção para mim e um reavivamento.

Quando vi a multidão do lado de fora, não consegui entrar. Eu amo crianças. Dei dinheiro àquelas crianças de aparência pobre que têm sofrido tanto. Elas se curvaram em reverência de uma maneira tão bela, e logo havia uma fileira delas! Queria segurar cada uma nos braços. Elas eram tão amáveis!

Não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a futura. Vocês ficaram tristes quando suas casas foram bombardeadas, mas um dia teremos uma casa na qual não se jogará nenhuma bomba. Quando sorrio, muitas pessoas pensam que não tive nenhuma tristeza. Mas não é o caso. Minha família era muito pobre, e nossa mesa era um grande tronco. Meu pai era caçador. Ele morreu aos 52 anos. Eu achava que nossa pequena cabana de madeira estaria lá para sempre. Agora já não existe. Eu daria tudo para fazer a vida voltar em nossa pequena cabana. Muitos dos meus irmãos já partiram, meu pai já partiu…

Vocês também têm lembranças. Vocês se lembram das orações de sua mãe, das mãos de seu pai, endurecidas pelo trabalho. Agora elas estão descansando. Aqui não temos cidade permanente. Não haverá morte ou doença. Meu pai trabalhava tanto que sua camisa grudava em suas costas queimadas do sol, e minha mãe tinha de cortá-la com uma tesoura. Queridos jovens! Não se esqueçam do pai e da mãe que fizeram o melhor por vocês. Amem-nos agora! Eu fui a causa de muitos cabelos grisalhos na cabeça do meu pai. Gostaria de poder tirá-los, mas não posso. Sempre me lembrarei dele.

Eu não tinha roupas. Minha mãe pegou o terno que meu pai usou quando casou e fez dele um terno para mim. Tinha grandes botões brancos. Depois disso já tive muitos ternos, mas nenhum foi como aquele feito com as roupas de meu pai. Fui criado como qualquer outro garoto pobre. Um ano eu não tinha camisa. Estava com o sapato da minha mãe em um pé e com o do meu pai no outro. Na escola todo mundo ria de mim. Uma senhora me deu uma jaqueta, mas porque eu não tinha camisa, tive que abotoá-la até em cima para esconder. Na escola a professora perguntou se eu estava com calor. Eu disse que não estava, mas sim com frio. Ela me levou para perto do fogão e depois de um tempo perguntou se eu já estava aquecido. “Ainda não,” eu disse, quase sufocado pelo calor. Eu não podia tirar o casaco, pois não estava de camisa.

 

Texto ao lado da foto na página 85 –
SURPREENDENTE FOTOGRAFIA: A COLUNA DE FOGO

Quando o irmão Branham estava tendo reuniões no Sam Houston Coliseum, Texas, em janeiro deste ano, um pastor o desafiou a comparecer perante uma audiência de 8.000 pessoas para provar que a cura divina era bíblica. O próprio irmão Branham não foi, mas pediu a um colega que falasse por ele, e permaneceu na galeria que havia no local da reunião.

O pastor desafiante exigiu que Branham subisse à plataforma, e disse: “Onde está esse homem? Que Branham venha até nós e faça um milagre!”

Então Branham foi à plataforma, não para realizar um milagre, pois tinha a natureza de seu Mestre, que não queria satisfazer a curiosidade do povo. Ele testificou do Senhor Jesus, que Ele ainda é o mesmo hoje. O padre já mencionado, havia mandado que dois fotógrafos profissionais tirassem fotos. Foram tiradas doze fotos do desafiante, e para ser formal, também foi tirada uma foto do irmão Branham. Quando as fotos foram reveladas, todas as outras estavam arruinadas, e só a foto de Branham estava nítida. Na foto via-se um fenômeno ótico peculiar que mais tarde foi mostrado ao irmão Branham. Ele explicou que a presença do anjo de Deus causou a luz.

O filme original foi examinado por profissionais, e também há uma cópia em nosso escritório. De acordo com isso, está cientificamente comprovado que esse negativo não foi retocado de forma alguma, mas que a luz era original.

Foi assim que o mal serviu às boas intenções de Deus! Este fotógrafo mais tarde se converteu.

Unto Kunnas


“Ele tomou sobre Si as nossas enfermidades”

Isaías 53:4

A órfã de guerra de 11 anos, Veera Ihalainen, de Leppävirta, recebeu uma cura maravilhosa. Ela esteve num hospital municipal e num hospital infantil sofrendo de uma doença chamada “doença de perthes” no quadril, e não conseguia andar sem muletas. Além disso, tinha uma perna artificial que pesava 1,6 kg, sustentada com ferro e tiras de couro, de modo que só conseguia se mover balançando o corpo. Ela veio à reunião com sua enfermeira. Na porta da frente ela viu o irmão Branham entrando e agarrou sua roupa com sua fé de criança. Branham não estava com seu intérprete, por isso não pôde dizer nada a ela, mesmo querendo.

Veera conseguiu entrar, e quando se formou a fila de oração, ela também foi com sua enfermeira passar por Branham. Então Branham lembrou-se do incidente na porta da frente e disse à menina para tirar a prótese e deixar as muletas. Veera sentou em uma cadeira e rapidamente as tiras da prótese foram abertas. Pouco depois ela caminhou até a plataforma carregando a pesada prótese e chorando alto de alegria. Então Branham disse que ela tinha sido curada do lado de fora quando o tocou, mesmo ele não podendo dizer a ela naquele momento. Vocês podem imaginar como a audiência se alegrou e agradeceu ao Senhor.

Veera foi orientada a voltar à audiência, mas começou a subir a plataforma pelos degraus estreitos e íngremes. Mas havia tantas pessoas, que bloquearam seu caminho, e ela teve de voltar pelo mesmo caminho. Antes ela nem conseguia andar sem a prótese. A enfermeira de Veera ficou profundamente impressionada pela obra do Senhor na menina. Mais tarde Veera teve oportunidade de testificar para a audiência que Jesus a havia curado, e muitas fotos foram tiradas dela. Algumas semanas depois disso, a mãe de Veera escreveu para suas amigas que Veera estava brincando e correndo lá fora como todas as outras crianças.

 

O texto abaixo é para a foto na página 89:
A pequena Veera Ihalainen em uma foto ao lado da tenda no pátio de Eelim com suas muletas e a perna artificial de 1,6 kg na mão. Vários dias depois ouvimos dizer que Veera estava correndo e brincando lá fora, como todas as outras crianças saudáveis.

 


Laina Korhonen,

De Lapinlahti, era muito estrábica. Embora fosse muito jovem, apenas 8 anos, seus olhos eram estrábicos desde a infância. Os pais de Laina são cristãos. Quando ela tinha 2 anos, o médico lhe receitou óculos para ajudar no estrabismo, mas não adiantou. A parte branca do olho empurrava muito a pupila, como costuma acontecer em casos severos de estrabismo. Sábado ela esteve na fila de oração e os olhos começaram a se endireitar imediatamente. No dia seguinte tiramos uma foto dela. O sol estava brilhando direto em seus olhos, mas pode-se ver pela foto que já no dia seguinte seus olhos estavam quase endireitados. Ela era então uma menina completamente diferente de antes. Vocês podem imaginar como ela estava feliz e agradecida. Ela também disse que seu irmão, Olavi, que era surdo de um ouvido (o direito), havia recebido sua audição no mesmo dia. Não tivemos oportunidade de conhecê-lo.

Mimmi Kämäräinen,

De Tampere, contou que havia sofrido um acidente de carro há mais de 10 anos. Por causa disso, ela quebrou o quadril e o reumatismo atingiu o local quebrado. Ela usava duas muletas para andar até mesmo em casa. Os médicos a instruíram a não andar sem muletas, e antes propuseram uma operação, mas mesmo para eles, era tarde demais. A perna dela teria permanecido rígida. A irmã ficou decepcionada. Ela recebeu um cartão de oração, mas não conseguiu chegar à plataforma para ver Branham. Sábado à noite ela entrou na fila de oração em Kuopio. Branham tomou-a pela mão e viu que ela estava bem, e tirou-lhe as muletas. A irmã queria que lhe devolvesse a muleta, mas Branham lhe garantiu que não precisaria mais delas. No dia seguinte essa irmã havia percorrido pelo menos três quilômetros e nem estava cansada. Ela caminhou firme até a plataforma em Eelim em frente de todos, afirmando alegremente que recebeu um grande milagre, e centenas de amigos em Tampere podem testificar disso.

Vivi Vestergård,

De Pirttikylä, uma jovem de 17 anos que nasceu de novo faz apenas 2 meses. Um pregador local a levou a Helsinque às suas próprias custas. Em 26 de abril ela estava na reunião, acompanhada por duas pessoas que a ajudavam a andar, sofrendo de severas cãibras nervosas que se repetiam até 20 vezes por dia, especialmente quando estava com outras pessoas. Durante os ataques ela jogava a cabeça para trás e cerrava os dentes como em ataques epilépticos. Quando se formou a fila de oração ela ficou lá com a ajuda de outras pessoas. Ela viu como muletas e bengalas eram recolhidas na plataforma, e o Senhor lhe deu fé. Se aqueles que eram aleijados e enfermos eram curados, o Senhor também a curaria! Ela creu, e quando Branham a tocou, ela recebeu o milagre da cura. Ela saiu do Messuhalli sem que ninguém a ajudasse, e no dia seguinte estava andando pela cidade como qualquer outra pessoa. Nós a vimos na noite seguinte na reunião em Messuhalli, e ela nos disse que sentia como se estivesse em outro mundo.

Sra. Irja Bergström,

Ela escreve:

Para a glória de meu Jesus, quero testificar do Seu poder de cura.

Em outubro de 1948 eu tinha 22 anos. Depois que meu bebê nasceu, fiquei doente com uma doença ginecológica séria (chamada de ovário inflamado, salpingo-oophorite e parametrização posterior). Fui tratada por muitos médicos e obtive alívio periódico, mas sempre sentia dor, às vezes muito forte. Vários médicos, incluindo o professor Rauramo, disseram que minha doença era incurável.

Apesar dessas declarações, confiei no poder de cura do Senhor, e que Ele não deixaria a esperança se envergonhar, mas responderia minhas orações.

Estive na fila de oração nas reuniões do irmão Branham em Kuopio, e quando o irmão colocou as mãos sobre mim, senti o poder do Senhor passando através de mim. E instantaneamente senti que estava curada. Obrigada Jesus!

Menos de um mês depois, dois médicos me examinaram e declararam que meus órgãos estão perfeitamente saudáveis e me deram um relatório.

Jesus realmente vive e ainda está trabalhando entre Seu povo. Bendito seja o Nome do Senhor!”

Com sinceras saudações!

Sra. Irja Bergström, Kauhava

O editor tem um atestado médico dado pela doutora Marja Ylänkö em 15 de maio de 1950 das doenças diagnosticadas da Sra. Bergström, que agora se recuperou completamente delas. Também o médico do condado, Weli Ylänkö, chegou às mesmas conclusões.

Kyllikki Hannukkala,

De Maakeski

Ela usava óculos há 17 anos, e óculos muito fortes há 4 anos e meio. Na época ela havia pedido um par de óculos do exterior. Em um de seus olhos a visão era mais fraca, e uma forte enxaqueca fez com que ela deixasse o emprego no escritório municipal de Asikkala em janeiro de 1946. Ela havia consultado o doutor Mäkelä da Cruz Vermelha, e o doutor Jokivartio havia declarado que a dor que persistia dia e noite havia tensionado o terceiro nervo, de modo que começou a paralisá-lo. Se ela tivesse contraído uma infecção nos olhos, eles teriam realizado uma operação que teria paralisado seu rosto. Os médicos não conseguiam fazer nada pelos seus olhos.

Sábado a irmã Hannukkala sentou-se no banco da frente e recebeu um cartão de oração para ir a Branham na plataforma. Branham disse que ela tinha uma doença nos olhos e nos nervos, e pediu que tirasse os óculos. Quando tirou, a luz não a incomodou como costumava fazer. À tarde ela ainda não conseguia ler, mas começou a orar. À noite, por volta das 2 e meia da manhã uma corrente elétrica percorreu seu corpo, e ela começou a louvar ao Senhor em novas línguas. De manhã ela começou a ler e tudo começou a clarear. Ela podia ler bem, e a dor de cabeça passou. Era problemático para a irmã desempenhar suas atividades enquanto seus óculos estavam sendo consertados. Agora ela não precisa mais deles. Vocês podem imaginar como ela está feliz. Agora nem seus olhos nem sua cabeça estão doendo, e ela pôde voltar ao trabalho. A irmã diz que à medida que sua fé se fortalece, sua saúde também melhora.

Martta Hellén,

De Tampere

Ela era surda do ouvido direito desde os 9 anos de idade. Seu irmão acidentalmente bateu em seu ouvido com tanta força que seu tímpano estourou. Os médicos disseram que ela nunca mais ouviria com aquele ouvido. No dia 24 de abril essa irmã recebeu a oração de Branham. Também as pernas dela estavam doentes. Imediatamente Branham notou o espírito surdo e a dor da perna reumática enquanto orava pela irmã. Ao mesmo tempo a audição voltou ao seu ouvido, que esteve surdo por décadas, e suas pernas foram curadas.

Else Nikkinen,

De Toivakka

Ela recebeu oração em 25 de abril. Ela teve bócio por 20 anos. Estava crescendo para dentro e fora, pressionando muito o coração. Ao subir à plataforma, ela sentiu um aperto na garganta e pensou que agora devia tê-la deixado. Quando se aproximou de Branham, ele estava falando ao microfone, e sem virar a cabeça disse: “Atrás de mim está uma irmã que acabou de perder um bócio.” Era um fato verdadeiro.

K. A. Pohjakallio,

De Tampere

Ele esteve doente com um problema hereditário do nervo estomacal. Por causa disso e a falta de ácidos no estômago, ele tinha cólicas frequentes que podiam durar horas. Antes de comer ele sempre tomava ácido salino para evitar piores consequências. O irmão Pohjakallio recebeu oração na plataforma em 24 de abril e ouviu de Branham as causas de suas doenças. Ele foi curado naquela mesma ocasião e testificou publicamente disso mais tarde. Entre seus parentes houve grande surpresa, já que o irmão não usa mais ácido salino antes das refeições e seus problemas estomacais desapareceram completamente.

Carita Stenbäck.

De Helsinki

Ela esteve doente desde o nascimento, especialmente na garganta, com uma grave enfermidade. O professor Salzman também diagnosticou entre os anos 41 e 42, no hospital de Maria, uma doença chamada hipotireoidismo e problemas de metabolismo causados por ela. Isto causava efeitos colaterais desconfortáveis, como inchaço anormal na cabeça e em outros locais. Ela também tinha hemorróidas, que ocasionalmente causavam dores vertiginosas. Ela subiu à plataforma no dia 24 de abril e imediatamente recebeu um milagre de cura instantâneo. Pela primeira vez ela se sente uma pessoa normal.

Kirsti Matilainen,

Uma menina de 16 anos de Jyväskylä deu este testemunho através de uma carta:

“Louvado seja Jesus por me curar também! Tive tuberculose na perna esquerda por 5 anos, e não conseguia andar sem muletas. Agora, pela graça de Jesus, posso andar normalmente.”

Kirsti foi salva há 3 anos e meio, mas seus pais não são. Eles lhe disseram que não valia a pena ir a Kuopio em busca de saúde. Mas Kirsti veio e estava na fila da fé na sexta-feira, e desde então tem caminhado como as outras pessoas.


AS MASSIVAS REUNIÕES EM MESSUHALLI

15 a 18 de abril / 24 a 28 de abril

A PRIMEIRA NOITE

Em nome da igreja organizadora, Eino Manninen, líder da igreja de Saalem, deu as boas-vindas a todos os convidados. Inicialmente ele leu Atos 4, onde os discípulos oraram: “Senhor, enquanto estendes a tua mão para curar, e para que se façam sinais e prodígios pelo nome de teu santo Filho Jesus…”

O orador mencionou que não precisamos defender a honra de Deus. Basta o que o próprio Deus faz. Nosso dever é orar. Na China os soldados param de lutar quando começa a chover. Estamos agora esperando a chuva do Espírito. Crentes em diferentes círculos, agora devemos parar de lutar! Vamos pedir perdão e perdoar as mágoas antigas. Não se trata de assuntos pentecostais, mas de glorificar o Nome de Jesus.

Voltando-se para os visitantes americanos, nosso irmão continuou: “Bem-vindos a este país frio e rigoroso! Agora é o melhor momento de ação espiritual, e quando ficar espiritualmente quente, vocês se sentirão suficientemente aquecidos! A nação finlandesa é uma nação muito sofrida, uma nação de lágrimas. Quando estamos realmente felizes, nós choramos.”


Após uma oração, J. Ern Baxter subiu ao púlpito. Ele estava explicando o esquema de trabalho do irmão Branham, e entre outras coisas, mencionou:

Estamos felizes em estar aqui. Estas palavras de boas-vindas tocaram nosso coração. Admiramos a Finlândia, e gostaríamos de falar e entender sua língua. A mistura de línguas tem origem em Babel, mas no dia de Pentecostes eles falaram línguas que todos os presentes entenderam. Isso os uniu. Em breve haverá um dia em que todos falaremos a mesma língua.

Estes são dias de reavivamento. Deus está trabalhando em todo o mundo. Entre os jovens nas universidades está ocorrendo um grande reavivamento. Grandes reuniões de salvação estão sendo realizadas, que agitam cidades inteiras. Em poucos dias 7.000 almas podem ser salvas. Muitos acreditam que vivemos nos últimos dias, e estamos esperando para ver eventos ainda maiores antes de Jesus voltar.

Nós representamos Jesus Cristo. O irmão Branham deseja que Jesus receba toda a glória por meio do seu ministério. O Anjo de Deus apareceu a Branham e lhe disse: “Você receberá o dom de cura que deve ser levado às nações do mundo.” Ele recebeu dons sobrenaturais, mas tinha de fazer as pessoas crerem. E aí está o grande problema. Tudo é possível ao que crê. Sem fé é impossível agradar a Deus. Não podemos receber nada de Jesus sem fé. Milhares passaram por Ele naquele dia e não creram. O pecado os separou Dele. Você tem de estar disposto a se livrar do pecado em sua vida. Muitos procuram ajuda para seus problemas, mas seu relacionamento com Deus não está correto, e permanecem em suas doenças. Então culpam Branham.

Quando Branham começou a ter reuniões, milhares de pessoas doentes tentaram entrar e foram curadas. As reuniões foram ficando cada vez maiores. Convites vieram de todo o mundo, mas temos de levar em consideração que ele é apenas humano e limitado em seu ministério.

O dom que Branham recebeu opera de tal maneira que quando ele segura a mão da pessoa enferma com a mão esquerda, o dom lhe diz que doença a pessoa tem. Já vi milhares vindo a ele, e nem uma vez ele esteve errado em seu diagnóstico. Para ser curado você precisa de fé, pois o dom não irá curá-lo. Você precisa crer que Deus irá curá-lo; o irmão Branham, pelo Espírito, dizendo-lhe que doença você tem, não irá curá-lo.


No começo o irmão Branham trabalhava individualmente. Ele orava pelos enfermos por tanto tempo sem interrupção, que tinha de ser levado embora da reunião. Tivemos de começar a protegê-lo para que ele pudesse ser uma bênção para multidões maiores. Quando ele chega, o dom tem o efeito de aumentar a fé. Não devemos crer apenas em Branham, mas acima de tudo, no Senhor. Há muitos que desejam uma entrevista particular, mas se permitíssemos, nunca alcançaríamos as multidões. Quando as pessoas veem os dons sobrenaturais manifestando-se no irmão Branham, elas creem no Senhor. Pois Deus amou vocês de tal maneira que deu Jesus para morrer por vocês. Deus tem enviado sinais e maravilhas para mostrar a profundidade desse amor. O irmão Branham é um sinal do amor de Deus por você, para que você possa receber uma bênção para sua alma, corpo e espírito.

O mundo tornou este caminho estreito. Mas levante a cabeça e aguarde a breve vinda de Jesus! Eu o encorajo a não tentar chegar pessoalmente ao irmão Branham, pois você pode ficar desapontado. Tente alcançar Deus, pois o Deus que vive no irmão Branham pode curá-lo quando você está sentado aí em seu assento.

Ore para que as pessoas sejam curadas em grande número! As pessoas muitas vezes esquecem o que devemos lembrar. Mantenha os olhos em Deus e não deixe o temor tomar conta de você. O perfeito amor lança fora o temor. Deus Se revelou a Israel como Jeová, o Curador. Olhemos diretamente para Ele. Ele cura. No entanto, a salvação das almas deve ser nossa primeira prioridade. Cristo, o Salvador, é primeiro. Devemos entregar nossa vida a Ele e prometer que iremos servi-Lo. Jesus disse: “Vai e não peques mais, para que não te suceda alguma coisa pior.”

O irmão Branham vai falar agora através de um intérprete pela primeira vez. Quando ele vier, queremos que vocês orem muito por ele. Vamos orar para que todo homem e mulher receba um toque vivo de Deus e O sirva com mais entusiasmo que antes.

Devemos ser reverentes a Deus quando os enfermos estão recebendo oração. Creio que não haverá dificuldade em se fazer isso, pois vocês são uma nação temente a Deus. O irmão Branham insiste que quando ele está orando, todos inclinem a cabeça. O Anjo lhe disse: “Se conseguir fazer com que as pessoas creiam, nada poderá resistir às suas orações.” O irmão Branham estava pensando em como fazer as pessoas crerem. Ele considera que quando as pessoas inclinam a cabeça durante a oração, isso mostra que elas creem. Os que não inclinam, atrapalham a si mesmos, a reunião, e também se colocam em perigo. Nós nos distanciamos tanto do espírito da Bíblia que não lembramos que os espíritos malignos são reais. Certa vez eles clamaram e pediram a Jesus permissão para entrar nos porcos. Demônios ainda são reais. Muitas doenças são afetadas por demônios. Satanás vem a um corpo humano em forma de doença. Quando Branham ora, ele expulsa os espíritos malignos. Os demônios querem habitar nos incrédulos, e se apossam deles pelo pecado. Tem acontecido que quando as pessoas são desobedientes, esses espíritos malignos deixando o que está recebendo oração, fazem morada em rebeldes desprezadores. Estamos lidando com coisas reais e sobrenaturais. Não estamos dizendo isso para assustar ninguém, mas queremos deixar claro para todos. Quando Branham lhe der permissão para levantar a cabeça, você poderá olhar e se alegrar com o que Deus está fazendo.

Qual é o estado de sua alma? O irmão Branham vem em Nome de Jesus Cristo, não apenas para curar os enfermos, mas para levar as pessoas a voltarem os olhos para Jesus. Há alguém, cujo coração não está em condição correta com Deus? Isso pode ser feito agora. Jesus morreu, foi sepultado e ascendeu à destra de Deus, e concede o perdão do pecado e o dom da Vida Eterna a todos que creem. Não espere até amanhã, você pode tê-lo agora. Se crer, você será salvo. Se muitos entregassem a vida ao Senhor antes que Branham chegasse, seria uma grande alegria para ele. Então você não consideraria tudo o que está acontecendo como alguém de fora, mas do interior desfrutaria das bênçãos que pertencem a todo crente. Deus tornou fácil o caminho até Ele. Jesus teve de sofrer uma morte horrível, dores terríveis, e foram nossos pecados que Lhe causaram as trevas do Calvário. Tudo isso foi por nossa causa. Louvado seja o Pai por Seu dom inefável!

 

O artigo termina na parte superior da página 94.

Lamentamos quando grandes multidões são inacessíveis. Oramos pedindo força a Deus para que todos pudessem receber ajuda. Quando Branham tiver feito sua parte, haverá outros que darão sequencia, pois qualquer um pode orar a Deus. E quando você vê o poder de Deus se movendo no irmão Branham, pode crer que o mesmo poder de Deus se move nos outros servos do Senhor. Fale sobre a fé, louve ao Senhor e olhe para Jesus através de uma lente de aumento! Todo grande reavivamento veio como resposta às orações. Se esta multidão estiver em oração, poderemos ver o grande poder ir além deste lugar e atingir toda a nação.

Recentemente o Senhor aumentou Seu dom no irmão Branham. Branham toma uma pessoa na audiência. Se o relacionamento dela com Deus não está certo, Branham sabe, e revela os segredos de seu coração. Tudo isso vem de Deus. O irmão Branham é um homem simples, que não tem educação superior. Quando ele vier agora, receba-o com o amor de Cristo. Quando olhar para ele, considere a Escritura que diz que Deus escolheu o que nada é. Toda a glória é somente para Jesus. O irmão Branham ficaria muito triste se alguém tentasse lhe dar a glória. Ele ama o Senhor Jesus e deseja que Jesus receba todo o louvor.

Quando o irmão William Branham chegou à sala de reunião, todos se levantaram para cumprimentá-lo, cantando seu cântico favorito:

Somente crer,
Somente crer.
Tudo é possível,
Somente crer!

Observem que isto foi o que o autor lembrou do sermão do irmão Branham, e não deve ser considerado uma transcrição palavra por palavra. Foi extraído das anotações do autor, traduzidas para o finlandês e agora traduzido do finlandês de volta para o português.

O artigo começa na parte inferior da página 94 e continua na parte inferior da página 95.

Primeira pregação de Branham na Finlândia

Que a paz de Deus esteja com vocês! É para mim um grande privilégio poder estar na Finlândia. Esperei muito tempo por este momento. Desde que soube que teria esta oportunidade, meu coração ficou palpitando de alegria. Nos Estados Unidos nós amamos a Finlândia. Temos um grande respeito pelo povo da Finlândia. Quando cheguei ao seu país, senti uma atmosfera celestial. Sei que vocês têm sofrido muito, e o sofrimento leva à oração. Todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus. Quando estava no Texas, recebi um telegrama dizendo que eu poderia ir à Finlândia, e desde então eu o carrego comigo como uma lembrança preciosa e um tesouro. Sinto muito não saber falar o idioma finlandês. Mas em breve haverá um dia em que todos falaremos a mesma língua, quando chegarmos ao Lar com Deus. Senhor, que esse dia chegue logo!

Quando o Anjo do Senhor me deu Seu dom, ele disse que o mundo inteiro seria o meu campo. Fico feliz que a Finlândia seja o primeiro país em que posso estar, fora das nações de língua inglesa. Vim por Londres, Paris e Estocolmo, mas estou feliz por poder começar meu ministério aqui. Estou aqui para ajudá-los. Faço o que posso, e espero que seja uma bênção. Espero que estejam orando por mim enquanto eu estiver servindo ao povo.

Vocês já ouviram falar que o dom vem de Deus, e não foi por nenhum mérito meu que o recebi. Nasci em um lar pobre, em uma casa de toras de madeira onde não havia piso, apenas chão batido. Toda a minha vida as pessoas não me entenderam. Sempre senti que algum ser estava perto de mim e me acompanhava. (Ele contou partes da história de sua vida que foram publicadas nos livros “Visão Celestial” e “Chamado Celestial”.)

Levaria tempo para lhes contar tudo o que aconteceu. Muitas vezes só depois que algo acontece é que eu vejo o que aconteceu. Primeiro houve uma Voz que falou comigo quando eu era jovem, e agora tudo se esclareceu. Certa vez eu estava batizando convertidos, havia cerca de 130 deles e 3000 pessoas assistindo. Era uma tarde clara de junho. Quando batizava o décimo sétimo eu ouvi uma Voz: “Olhe para cima!” Uma estrela brilhante apareceu e brilhou acima de mim. Alguns desmaiaram, outros correram morro acima. Espero e creio que também aparecerá na Finlândia. Sou desconhecido de vocês, mas não me sinto como tal. Há uma atmosfera celestial aqui. Creio que Deus lhes provará que estou falando a verdade. Qualquer um pode falar o que quiser, mas se Deus vindicar, está certo. Nós oramos, e Deus vindica. O discurso de Deus é o discurso do amor, e eu sei em quem tenho crido. Ele também fará grandes coisas na Finlândia.

Alguns jornais me chamam de “curador divino.” Isso é um grande erro. Eu não sou. Somente Deus é. Se alguém poderia reivindicar esse nome, é Jesus Cristo. Mas Ele disse: “Não sou Eu, mas o Pai que habita em Mim.” Se Ele não reivindicou esse nome, como poderia eu? Deus está reunindo Sua Igreja neste tempo, e as bênçãos do Espírito vêm a nós. Vivemos à sombra da Sua Vinda. Ele reunirá Sua Igreja e tirará os Seus deste mundo caótico. Então não iremos mais viajar de país em país, orando pelos enfermos.

Gostaria de poder falar por uma hora com cada um de vocês, mas não é possível. Mas um dia estarei lá com vocês, onde a tristeza e os sofrimentos se foram, e é um lugar muito melhor para se estar.

O dom que me foi dado opera de modo que muitas vezes tenho visto um Ser celestial na forma de uma estrela. (“Visão Celestial”, pág. 19 e 20). Quando a Luz em forma de círculo veio sobre mim pela primeira vez, foi como a de uma lanterna. Ficou maior, e quando olhei para cima, havia uma estrela verde amarelada acima de mim. É como sempre tem aparecido a mim. Essa Luz incidiu em uma fotografia. (Veja o artigo na página 85!)

Estou aqui pela primeira vez, e espero grandes coisas da parte de Deus. A mesma Voz que falou comigo do alto da árvore quando eu era criança, (“Visão Celestial”, pág. 6) tem falado comigo desde então. Eu Lhe disse: “Senhor, não tenho instrução, sou de um lar pobre.” Mas o Senhor disse: “Eu estou com você.”

O Anjo disse: “Se você puder fazer com que as pessoas creiam, nenhum poder de enfermidade poderá lhe resistir, nem mesmo o câncer.” Mas como eu poderia fazer as pessoas crerem? O Anjo disse que me daria dois sinais, e por causa deles o povo creria. O primeiro é que, segurando a mão do enfermo, eu sei quais são suas enfermidades. E o outro é que eu conheceria os pensamentos mais secretos e eventos da vida deles. Moisés recebeu dois sinais do Senhor, e Ele também me deu estes sinais. Quando seguro a mão direita da pessoa enferma com minha mão esquerda, eu sinto os espíritos. Minha mão fica vermelha e podem-se ver linhas brancas ali. As bactérias, os espíritos da doença, neste momento estão lutando contra o dom de Deus em mim. Quando o sinal cessa, mostra que o enfermo foi curado. “Se não crerem neste sinal (na mão), você saberá os segredos do coração deles, que pecado causou suas enfermidades,” o Anjo me disse.

Se aqui na Finlândia não acontecer como eu disse, eu sou um falso profeta. Se acontecer, creiam em Deus. No entanto, este sinal não cura ninguém. Ele mostra que você precisa crer em Jesus Cristo, que Ele está aqui para curar. Se a fé não é correta, o dom também sente.

Após a pregação do irmão Branham, começaram a chamar os enfermos à plataforma.


TENHA FÉ – NÃO DUVIDE!

 

Gordon Lindsay

Publica uma revista nos Estados Unidos chamada “A Voz da Cura”, com distribuição mensal de 55.000 exemplares. O jornal proclama o Evangelho bíblico, e fala especialmente sobre os encontros de William Branham em palavras e fotos. O irmão Lindsay também ora pelos enfermos, sendo também um poderoso pregador do reavivamento. Abaixo estão partes de seu discurso.

Nossa arma é o poder do Espírito de Deus. O mais importante em nossos encontros é que a alma seja curada, e isto precisa acontecer primeiro. O corpo morre de qualquer maneira, mas a alma vive para sempre. O Espírito Santo está na terra enquanto os filhos de Deus estão. Você precisa dizer primeiro: “Deus, salva-me!” e só depois dizer: “Deus, cura-me!”

O maior pecado é a incredulidade. Onde há incredulidade não há cura. Vez após vez temos de ensinar essas mesmas coisas. Quando um espírito surdo é expulso, pode haver um tumor no ouvido, e a audição não voltar imediatamente. Após algum tempo o tumor desaparece e o ouvido recupera a audição. Não duvide, mas tenha fé em Deus! Uma senhora nos Estados Unidos certa vez trouxe sua filha a uma reunião e chorou. A menina recebeu a audição através da oração, mas perdeu-a novamente. Nós lhe dissemos: “Não nos peça para orar por ela novamente, mas volte daqui a uma semana.” Ela voltou, e a criança ainda estava surda. Pedimos que voltasse dali a 10 dias, e então a criança podia ouvir.

Às vezes oramos por pessoas enfermas que têm um tumor nos olhos. A vida volta aos olhos, e o tumor morre. Gradualmente ele sai do corpo naturalmente, e elas começam a ver com mais clareza. Se caem na incredulidade, perdem o que receberam. Isso tem sido ensinado quando se trata da segurança eterna, mas é a mesma coisa quando estamos buscando cura divina. Precisamos incentivar as pessoas a crer. Satanás disse a Jesus: “Se Tu és o Filho de Deus…” Quando ele trouxer dúvida ao seu coração, diga: “Você está mentindo!” Então ele fugirá. Está escrito que Jesus levou sobre Si as nossas enfermidades. Resista ao diabo, e ele não apenas fugirá caminhando, mas correndo.

Recuperar o vigor é coisa diferente; leva seu próprio tempo. Muitas pessoas recebem a cura, mas não vão à casa do Senhor como Ezequias. Se não servem ao Senhor, elas perderão a saúde novamente. Quando o irmão Branham partir, venha à casa do Senhor constantemente e obedeça a Palavra. Quando o pregador pregar sobre santificação, concentre os esforços nisso! Quando ensinar sobre o batismo bíblico em água, vá e seja batizado! Quando falar sobre dízimos, concorde em entregá-los ao Senhor! Quando o aconselhar a amar seu próximo como a si mesmo, a perdoar aos que o ofenderam, siga seu conselho! Quando pregar sobre o batismo do Espírito Santo, receba-o! Que seu desejo seja sempre: “Mais, mais!” Esteja sempre em lua de mel com seu Senhor! Então você prosperará; mantenha-se saudável enquanto sua alma também prospera.

O ministério de Branham e os dons que ele recebeu fazem parecer pequenos os dons dos outros. Mas quando nós, homens comuns, oramos pelos enfermos e o Senhor também cura através de nós, isso encoraja todos vocês a orar mais pelos enfermos. Não pensem que algumas doenças sejam mais difíceis para Deus curar do que outras. Venham com fé! Vocês próprios já oraram muitas vezes. Não façam mais isso, mas aceitem sua saúde! Não se pode orar e aceitar ao mesmo tempo.

O irmão Lindsay orou por muitos surdos-mudos com grande coragem. Geralmente ele atendia primeiro uma criança, colocava os dedos em seus ouvidos e expulsava o espírito surdo, e isso não acontecia pedindo educadamente, mas ordenando. Primeiro nosso irmão perguntava à mãe da criança se ela cria e, se não, perguntava se ela gostaria de entregar sua vida ao Senhor. Depois de receber uma resposta afirmativa, ele orava.

Eu frequentemente acompanhava de perto essas ocasiões de oração. Nelas o irmão Moore ajudava o irmão Lindsay. Certa vez, no meio da oração de Lindsay, um garotinho colocou as mãos nos ouvidos. Então Moore agarrou o braço de Lindsay e interrompeu a oração para mostrar que a ajuda já havia chegado. Eu mesmo vi isso.

Houve vários incidentes desse tipo. Após a oração nós testamos se a audição estava de volta. Fizemos isso batendo palmas atrás da pessoa a uma distância de até quatro metros. Uma senhora surda-muda acenou com a cabeça toda vez que batemos palmas. Uma menina foi testada perguntando seu nome pelas costas. “Sinikka,” ela respondeu. Os irmãos testaram várias pessoas que estavam recebendo oração. Algumas repetiam palavras em inglês, e assim por diante.

Mas também houve quem não recebeu a audição. Isso não desencorajou o irmão Lindsay. Quando uma senhora acenou negativamente com a cabeça após a oração, o irmão Lindsay a colocou de lado e disse à audiência: “Quero que saibam que esse é o problema das pessoas que são crentes há anos. Elas aprenderam que Deus não cura. Quando veem os mais jovens serem curados, elas vêm e tentam. Mas elas precisam crer que o Senhor as curará. Ensinem-nas sobre este assunto, testifiquem para elas sobre a fé. Então obteremos resultados.

Unto Kunnas

Pekka Marin,

Um aluno de Kuopio, de 10 anos, ficou surdo em um ouvido depois que um amigo o atingiu com uma pedra na testa. Isso aconteceu quando ele tinha 3 anos. Um grande caroço apareceu em sua testa e seu rosto inchou. O médico lhes disse que a pedrada danificou o cérebro. O doutor Marttinen tentou desobstruir o ouvido sem sucesso, e disse que o caso estava perdido. Os médicos Meurman e Hämäläinen também disseram que não podiam ajudá-lo. Quando Pekka ficou com tosse, o ouvido saudável também foi infectado.

Gordon Lindsay orou por Pekka, e ele recuperou a audição. Seus pais e pessoas de fora verificaram e testificaram disso.

 

Texto abaixo da foto na pág. 96: Alma Rynö fotografada antes de ficar cega.

 

Senhora I. Holm,

De Pietarsaari esteve acamada por oito meses, tanto no hospital quanto em casa, com um sério problema cardíaco. Ela sofria de hemorragias no pulmão esquerdo; também tinha coágulos sanguíneos e pressão alta. Ela foi trazida à reunião de Messuhalli e estava na fila de oração com a ajuda de outras pessoas. O Senhor a curou tão completamente que ela pôde caminhar de Messuhalli até Carlton Hotel, onde estava hospedada. Depois disso ela ficou perfeitamente saudável, e caminhava pela cidade como todo mundo.

Senhora Alma Rynö,

De Helsinque

Ela esteve completamente cega por 18 meses porque suas retinas se descolaram. Tentaram fixá-las por meio de cauterização, mas não funcionou. Em novembro de 1948 o professor Väänänen realizou uma cirurgia, e como resultado os olhos clarearam um pouco, mas só por um momento. Em fevereiro deste ano o professor Vannas realizou outra cirurgia que durou duas horas. Mesmo isso falhou completamente, e a cegueira tornou-se permanente. As cirurgias foram tão difíceis, que depois delas, a sra. Rynö teve de ficar de cama um mês com os olhos vendados. A provação de ficar completamente cega levou-a a procurar o Senhor. Ela veio ao Senhor, e nas reuniões de Branham teve oportunidade de estar na chamada fila da fé. Ela estava se segurando em outra pessoa cega, e seguiu em frente sem saber quando o irmão Branham a tocou. De repente viu uma fila de pregadores que estavam de ambos os lados formando um corredor pelo qual os doentes passavam. Ela começou a enxergar, foi à plataforma e falou sobre isso na frente de todos. Conversei três vezes por telefone com a irmã Rynö, e ela disse que sua visão melhorava o tempo todo. Primeiro ela começou a fazer uma grande faxina de primavera, levou as roupas para fora e agiu como todas as outras donas de casa. Depois disso seus olhos ficaram um pouco tensos, mas começaram a ficar mais fortes quando ela descansou. A irmã Rynö está feliz pela ajuda que recebeu, e agradece a Deus de todo o coração por isso.

Hetti Väisänen,

De Kupio

Eu havia consultado muitos médicos e estado em muitos hospitais. Voltei deles com os venenos mais tóxicos em mim. Sem isso eu não teria forças para viver, nem os outros ao meu redor, porque gritava muito alto. Recebi muitos diagnósticos: um dos meus órgãos internos tinha crescido e comprimido minha espinha com fibras musculares. Ao me sentar incorretamente, isso pode ter causado algumas falhas no sistema nervoso central, e então eu sentia dor dos pés à parte de trás da cabeça. Disseram-me para não carregar peso, não estender a mão, não me curvar, e muitas outras coisas. Um médico me disse que isso continuaria até a morte me libertar. Consegui um cartão para me encontrar com o irmão Branham. Por outro lado, eu estava com medo, já que não queria que todos ficassem sabendo de todos os meus sofrimentos. E foi por isso que orei para que ele não dissesse tudo. E notaram como ele disse duas vezes: “Sim, eu conheço sua doença. Posso dizer?” Percebi que ele enxergava o mais profundo da minha alma, mas por consideração, sentiu meu temor e disse apenas: “Problema de estômago.”

O irmão Branham me mostrou várias vezes os sinais da minha doença em sua mão, e eles desaparecendo depois que fui curado, para que não houvesse espaço para dúvidas. Oh, quão bom é o meu Jesus! Senti pena do irmão, já que minha doença estava queimando sua mão, e olhei para seu rosto cansado. Então o Espírito Santo mostrou com clareza para mim Aquele que certa vez disse: “Olhai para minhas mãos e pés, eles não têm as marcas dos cravos?…” Uma felicidade indescritível encheu meu coração ao saber que elas eram por causa dos meus pecados e doença.

Uma carta é um vaso indigno para contar sobre o banquete que está em minha alma, quando sinto que agora posso fazer qualquer coisa.”


Acidente – a visão cumprida

Dois anos atrás, na América, Branham teve uma visão que foi publicada em um jornal local: Um menino entre 8 e 10 anos de idade, com cabelos castanhos claros, morre em um acidente. Ele se abaixa na direção da criança e ora por ela na visão, e depois de um momento, a vida volta. Depois que essa visão foi divulgada, Branham foi levado para o fundo de uma tenda em um grande reavivamento em tenda para ver um menino deitado ali, que se afogara. Os pais pediram que o irmão Branham orasse pela criança. Talvez o filho deles seria aquele que ressuscitaria dos mortos? O irmão Branham olhou para a criança e balançou a cabeça; não, não era a mesma criança que ele vira na visão. Ele consolou os pais e os encorajou a suportar essa grande tristeza.

Quando voltavam de Puijo, dois meninos brincavam juntos na estrada, Kari Holma de 8 anos, e Matti Väätänen de 9 anos. Por alguma razão incompreensível, eles correram de repente na frente de um carro que passava. O para-choque jogou um dos meninos na encosta da estrada, o outro na calçada. Segundo os jornais, ambos ficaram gravemente feridos.

O próximo carro que apareceu por ali levou o garoto Matti a um hospital. Ao mesmo tempo, vinha o carro dirigido pelo irmão Soininen, com os irmãos Branham, Lindsay e Moore e a irmã Isaacson. Os irmãos estavam sentados ao lado do irmão Soininen, exceto Branham e a irmã Isaacson que pegou Kari no colo. Seu corpo estava totalmente rígido.

O irmão Branham se ajoelhou ao lado de Kari e tentou o pulso, que parecia não pulsar mais. Ele testou a respiração pela frente da boca, mas não parecia ter nenhum sinal de vida. Então, ele colocou a cabeça do menino ao lado do coração dele e começou a orar: “Senhor, deixe o espírito desse menino voltar. Levante-o de volta à vida! Cerca de cinco minutos depois, o garoto reviveu e Branham sentiu um pequeno conjunto de batimentos cardíacos agitados. Depois de um momento, o coração recomeçou e no ritmo normal. Quando chegaram aos portões do hospital, o menino começou a chorar.

Na reunião da noite, o irmão Branham falou sobre o ocorrido e disse que, pouco tempo antes, havia se encontrado com o Anjo que aparece frequentemente a ele. O Anjo o lembrou da visão que ele teve dois anos antes e que agora havia sido cumprida. Branham estava certo de uma recuperação completa do garoto e pediu que seus pais viessem encontrá-lo no dia seguinte no hotel. E isso aconteceu. Ele lhes contou o que lhe fora dito sobre essa criança dois anos antes. O irmão Branham também orou por Matti e mais tarde teve uma visão dele, embora ele tenha passado muito tempo entre a vida e a morte. Agora ele vive também.

O pai de Kari mostrou a seu filho um dos livros de Branham, onde estava a foto dele e disse: “Você estaria morto agora, se não fosse por esse homem”. Kari respondeu: “Transmita as minhas saudações ao tio Branham!”


 

Foto superior: Visitantes sendo fotografados na torre Puijo. O irmão Branham é o terceiro da direita na frente. Foto inferior: O irmão Lindsay desceu da torre antes dos outros e tirou uma foto dos demais.

 

Memórias de Puijo

Na sexta-feira, 21 de abril, em Kuopio, tivemos uma folga muito bem-vinda e fomos a Puijo para admirar a terra de mil lagos com os irmãos Branham, Lindsay e Moore, além de alguns outros crentes. O tempo estava ensolarado e limpo. Nossos convidados ficaram encantados com a paisagem de cima da torre. Lindsay e Branham tiraram fotos da paisagem e olharam através de binóculos os arredores de Kuopio. Todos estavam fazendo suas próprias coisas. Tirei fotos de diversas pessoas e grupos. Entre outras coisas, tirei uma foto do irmão Branham enquanto ele tirava uma foto do topo da torre. Quando ele percebeu que foi pego de surpresa, deu um sorriso doce.

Queríamos cantar algumas canções em tom menor. O próprio Branham, que sofreu muito, também canta em tom menor e nossas canções lhe causaram um sentimento de quebrantamento. A irmã Isaacson interpretou as palavras das canções e elas trouxeram lágrimas aos olhos de nosso irmão. Depois de um tempo nós oramos, e me pergunto se já houve um grupo tão feliz em Puijo.

Ao descer, a irmã Isaacson contou que Branham disse que havia prometido a Deus que queria ser uma pessoa melhor do que antes.

No restaurante de Puijo, havia uma longa mesa de café organizada para os convidados. Quando fomos para lá, nos encontramos com alguns empresários, um deles era um homem muito conhecido e rico. Eles nos pediram para cantar outra canção para eles. Eles nos ouviram cantar na torre e isto também tocou seus corações. Parados na porta, eles ouviram quando cantamos: “Por que você fica nos caminhos do mundo…”

Quando o restante de nós se sentou à mesa, o irmão Manninen foi cumprimentá-los e os exortou a buscar a salvação. “A mesma salvação é para os ricos e para os pobres,” ele disse.

“O que é riqueza, apenas lixo! Eu tenho de deixar tudo aqui quando partir”, um dos homens disse. Que o Reino dos Céus alcance essas almas desejosas!

Conversamos sobre muitos assuntos. Perguntei ao irmão Branham como foi a visita à corte da Inglaterra. Ele já havia estado lá? Não, não, ele não havia estado lá ainda. Cerca de oito meses atrás, ele recebeu um convite do rei para ir à corte, não apenas por causa dele, mas para muitos outros que precisavam de ajuda, mas ele ainda não havia respondido ao convite. “Talvez no nosso caminho de volta à América essa visita aconteça”, Branham disse.

Alguém estava falando sobre a máquina de movimento perpétuo; outro contou que o bolo grande sobre a mesa era de um casal que havia recebido ajuda na reunião da noite anterior. Escolhemos cartões-postais e demos aos nossos convidados pratinhos de prata como lembrança de Puijo. Éramos como qualquer outro grupinho. De repente, Branham começa a falar, calmamente e cordialmente, e o ardor do Espírito com o qual ele se caracteriza:

“Quando nos sentamos ao redor dessa mesa, me faz lembrar do dia em que tudo estará terminado. Vamos nos sentar então na ceia das bodas do Cordeiro, e o Rei dará um passo à frente e enxugará todas as lágrimas dos nossos olhos. Então não nos lembraremos de nossas tristezas que nos pressionavam aqui na terra. Todos nós falaremos a mesma língua. Vamos viver para esse dia!”

Em um tempo menor do que o necessário para contar sobre isso, fomos levados a uma atmosfera celestial e esperamos que ele continuasse. Queríamos nos sentar e ouvir por muito tempo, pois Branham é um homem rodeado por um sentimento especial de santidade e pureza. Embora ele fosse como um de nós, ele sempre queria dar prioridade aos outros e ficava feliz em silêncio quando os outros falavam.

O irmão Branham gosta muito de cantar e canções. Quando nos sentamos ao redor da mesa, cantamos “Deixe o mar da vida rugir”. A irmã Isaacson voltou a interpretar. Poderíamos dizer que Branham gostou da bela melodia e das palavras. “A costa da paz é vagamente vista diante de nossos olhos. Ali eu anseio…” Essas foram as palavras que encontraram uma resposta no coração de nosso irmão. Ali ele sempre ansiará. “Eu amo Jesus”, ele dizia com frequência. “Eu quero ir para o Céu. Já existem muitos parentes para quem eu quero ir.”

Eu disse a ele que essa bela canção foi escrita por um pregador “que já se encontra ali”. O irmão assentiu e ouviu a canção, os olhos se enchendo de lágrimas. Ele é um homem muito sensível e emotivo.

O irmão Soininen falou por todos nós: “Nunca esqueceremos esta tarde. Deus os enviou, queridos irmãos, para nós. Grande misericórdia chegou a esta cidade.”

Unto Kunnas


Observem que isto foi o que o autor lembrou do sermão do irmão Branham, e não deve ser considerado uma transcrição palavra por palavra. Foi extraído das anotações do autor, traduzidas para o finlandês e agora traduzido do finlandês de volta para o português.

Uma saudação a todos os meus irmãos na Finlândia

Em 7 de maio de 1946, enquanto estava em oração, e me aquietava para esperar por Deus, o Anjo do Senhor apareceu para mim. E disse que eu precisava ir às nações do mundo, pois seria me dado o dom de cura. O Anjo disse que se eu fosse sincero e fizesse com que as pessoas cressem no que eu lhes dissesse e que respeitassem a Deus, então nada poderia resistir às minhas orações. Mas por conta da minha insignificância, hesitei neste pensamento. Com a ajuda de Deus e de Sua misericórdia, prossegui. Deixando minha igreja e família, viajei pelos Estados Unidos, uma cidade após outra, e em todos os lugares, grandes plateias se ajuntavam. Parecia que estávamos revivendo os dias da Bíblia. Muitos dos que eram diagnosticados como incuráveis eram curados. Isso parecia sacudir e despertá-los do sono e dessa visão limitada em que estavam. Quando a fé foi renovada, vi outro milagre. Vi o corpo de Cristo, a igreja, se reunir e se recuperar. Isso deu início a um amor de maneira incomparável na igreja! (1 Coríntios 13) Humildemente agradecemos ao nosso Pai Celestial por isso, que é a única fonte de amor divino.

Logo comecei a receber convites de outras partes do mundo, também da Finlândia, um país que Deus colocou fortemente em meu coração. Então Deus abriu um caminho através do irmão Manninen, que conheci nos Estados Unidos. Parecia que ele havia vindo para me fazer um convite pessoal para visitar seu país. Que Deus possa abençoar nosso querido irmão e seu precioso povo, pela bondade que tiveram comigo e com meus companheiros. Quero dizer que não temos mente partidária, mas gostamos e trabalhamos com todos eles, que acreditam nas verdades sobrenaturais da Bíblia mesmo em nossos dias. Aprendi a amar as pessoas valentes da pequena Finlândia. Elas passaram por muitas aflições. Mas seus crentes são de grande valor aos olhos do Mestre. Finalmente, desejamos e rogamos que a pequena missão que realizamos e concluímos, traga, com a ajuda de Deus, à Sua igreja a posse plena de todos os Seus dons: fé, amor, etc., e traga o ministério da igreja primitiva à sua posição inicial. E que a grande reforma que começou com a influência do grande reformador, Martinho Lutero e outros, insira o ministério dos anjos, cura divina, etc., de que tanto precisamos, em sua posição inicial.

Agora me despeço, e como Paulo, deixo-os com Deus, O qual é poderoso para mantê-los em Seu reino celestial, e dar-lhes a coroa da vida que não murchará. E Deus, que com Seu poder sobrenatural enviou agora um tempo de visitação aos Estados Unidos, suas igrejas e universidades, seus pregadores, que Ele também envie esse tempo de visitação à Finlândia, que durará até que o Mestre venha!

WILLIAM BRANHAM

 

Foto à direita: Um fotógrafo registra Branham atrás da plataforma em Messuhalli, momentos antes de se apresentar para a plateia de milhares de pessoas.

 

As declarações dos sacerdotes de Helsinki sobre os feitos de Branham na reunião de sacerdotes em 9 de maio:

 

Rev. M Alaja:

“Todos deveriam ter comparecido para ouvir e aprender de Branham.”

Rev. V. Viro:

“Deveríamos ter dado a Branham a oportunidade de comparecer à nossa igreja.”

Rev. O. Päivänsalo:

“O comparecimento de Branham diminuiu o valor da Bíblia.”

Dean J. Valtasaari:

“Não esperava que um sacerdote em Helsinki declarasse que deveríamos ter deixado Branham comparecer à nossa igreja. Com um chicote, Jesus o teria expulsado.”

 

Artigo no canto superior esquerdo

OS MÉDICOS EM OSLO dificultam o ministério de Branham

Uma forte onda de protestos foi dirigida agora à polícia de Oslo, que impediu a reunião da campanha do Rev. Branham. Um líder de outra denominação salientou que todos os cristãos na Noruega, juntamente com a igreja Filadélfia de Oslo, são contra essa opressão religiosa.

Mas não são apenas as denominações livres que estão em comum acordo, mas a igreja do estado da Noruega também está defendendo fortemente esses cultos de cura. O vigário adjunto Christie Akerhus deixou essa pergunta ao ministro da justiça: A proibição das reuniões de Branham não são também contra a liberdade religiosa da Noruega?

A imprensa da direita publicou pela primeira vez, artigos defendendo os cultos de cura. Um dos clérigos da Igreja do Estado, Filip Rönneberg, escreveu em um artigo único e intenso, como toda a doutrina luterana da Noruega e a igreja do Estado defendiam a cura através de oração e unção com azeite, tanto em público quanto particular. Este artigo foi publicado no maior jornal do país, chamado Aftenpost, que causou uma repercussão extraordinária.

Há uma atmosfera carregada pois o assunto recebeu muita publicidade. A autoridade responsável por isso recusa dar qualquer declaração pública, mas o povo de Oslo basicamente pensa que as reuniões Branham devem ser mantidas livres.

Com grandes expectativas, aguardavam a chegada do Rev. Branham na Noruega. Pessoas saudáveis e doentes vinham de todas as partes da Noruega, bem como da Suécia e Dinamarca. Tão grande quanto a expectativa pelas reuniões foi a decepção quando anunciaram no radio que o Rev. Branham não tinha permissão para orar pelos enfermos. O conselho de medicina anunciou essa atividade como sendo ilegal. Mais tarde, a declaração foi confirmada pela polícia.

As pessoas que esperavam na longa fila do lado de fora da igreja Filadélfia expressaram o seu pesar com a intervenção e não pouparam críticas. Muito antes da reunião supostamente começar, a grande igreja estava lotada. O Rev. Baxter pregou um sermão exortador e sério sobre o sobrenatural que aparece no Cristianismo, e como uma vez ele pensou que o fenômeno sobrenatural que aparece na Bíblia era apenas simbólico. Mas depois que se encontrou com Branham pela primeira vez, ele começou a ler a Bíblia como um cristão deveria ler a Santa Palavra de Deus.

Então veio o Rev. Branham acompanhado por seu irmão. Todos os olhos estavam fixos nesse instrumento do Senhor quando ele humildemente e modestamente veio pregar. Entendemos que diante de nós estava uma testemunha do Senhor, cujos poderes foram dados a serviço do Mestre. Somente aqueles mais próximos da plataforma podiam ouvir sua voz.

“Isso me dói”, disse, “não poder orar a Deus pelos enfermos, agora que vim aqui para servir vocês. Mas entendo que as autoridades da Noruega são contra e submeto-me à lei norueguesa, como devem fazer se forem aos Estados Unidos. Não acho que a polícia seja contra eu orar por todos vocês.” O Rev. Branham disse para a congregação colocar a mão esquerda no coração e orar para receber cura do Senhor. A maior parte deles fez assim, e pudemos ver e ouvir pessoas necessitadas orando devotamente a Deus para ajudá-las. Os pastores americanos causaram uma excelente impressão em todos os presentes. Todos pensavam da mesma maneira: estas pessoas foram enviadas por Deus.

Após o discurso de Branham, o Rev. Baxter se adiantou para falar especialmente aos não salvos. Um grande grupo de homens e mulheres tomou a decisão de seguir a Deus levantando-se enquanto ele orava a Deus por todos eles.

Também aqui na Finlândia, durante as reuniões de Branham, o vigário adjunto deixou uma pergunta, mas o conteúdo era bem ao contrário. A pessoa em questão era contra essas reuniões e gostaria que o governo as proibisse! Tanto na Noruega quanto na Finlândia!


Uma frente unida na Noruega pela liberdade de religião

Os cristãos na Noruega se uniram para defender a liberdade de religião. Todos os líderes religiosos do país, o bispo E. Berggrav, o professor O.Hallesby, o líder missionário Ludvig Hope e o comandante do “Exército da Salvação” na linha de frente participaram de uma reunião de protesto privada que foi repetida à tarde com um grande público. Na reunião concordaram com uma declaração de protesto dirigida ao Primeiro Ministro Gerhardsen e ao governo, e foi publicada pelo departamento de telegrama da Noruega.

A declaração continha um forte protesto contra a proibição das reuniões do Rev. Branham realizado pela força policial, disse o líder da igreja Filadélfia em Oslo, Paul Paulsen. Os cristãos noruegueses entenderam a intervenção como um ataque aos discursos cristãos na Noruega, e defenderam que a cura faz parte do Evangelho. A ação policial está interferindo na liberdade de religião que um país democrático deve ter. Eles exigem estritamente que as restrições policiais sejam canceladas imediatamente para que Branham possa atuar livremente.

Os jornais mudaram visivelmente a atitude. Outrora imprudentes, agora estão usando uma linguagem diferente, e você pode sentir claramente a mudança de entendimento devido à demanda de liberdade religiosa pelos cristãos.

A grande reunião de protesto na Igreja Belém se transformou em uma grande vitória para o movimento pentecostal na Noruega e para os cultos de cura.

Mais de 200 pregadores de diversas denominações na Noruega se reuniram e aceitaram unanimemente a resolução enviada ao governo norueguês. O momento foi histórico, quando cada cristão da Noruega permaneceu com as verdades bíblicas. No final, o pastor da igreja Filadélfia falou sobre a urgência da reunião. Seu discurso se transformou em um caloroso agradecimento dos pentecostais noruegueses para os companheiros crentes, pela atitude e união que confirmou a reunião.

A resolução explica que a intervenção viola os direitos humanos em um país livre, e vai contra os princípios da prática religiosa. A cura pela fé e a oração faz parte do Evangelho, e está claramente conectada com a vida e as atitudes de Jesus Cristo, naturalmente ocupando lugar na vida cristã e na declaração religiosa. A resolução insta o governo a anular imediatamente as restrições contra as ações de Branham. Do jornal “Dagen”.

DO FLUXO DO TEMPO

Alguém escreveu sobre o mundo dos olhos malignos. Como um espelho de um coração frio, duro, crítico e incrédulo. Ninguém acreditaria que esses tipos de olhos estariam presentes nas reuniões de Branham em Messuhalli, mas ali estavam eles, em nossos amigos – os homens e as mulheres jornalistas.

Freeman atuava como uma espécie de para-raios na Finlândia há algum tempo, embora ele próprio não pudesse fazê-lo aqui. Todos devemos nos lembrar da profana série de artigos que circulava pela imprensa em tal escala que o impediu de conseguir um visto para o país. Tanto os ímpios quanto o mundo religioso fizeram tanto barulho que no final talvez tenham se envergonhado de si mesmos, e até se arrependido.

Assim o irmão Branham chegou ao país sem grande alarde, e as reuniões foram iniciadas com toda tranquilidade. Advertimos firmemente as pessoas para não trazerem pessoas muito debilitadas para as reuniões. Durante vários dias, pudemos desfrutar de nossa reunião em paz, e muitos enfermos foram curados. Mas o diabo não queria permitir isso por muito tempo! Ele reuniu suas forças, e logo pudemos ler em diversos jornais sobre as coisas terríveis que estavam acontecendo em Messuhalli. O editor do jornal “Vaasa” quis entrar em ação com uma proibição contra esses “inimigos culturais”. No jornal democrata, supostamente havia cientistas reclamando sobre como as pessoas eram estúpidas ao levar Deus em consideração em suas vidas, Aquele que rejeitaram há muito tempo!

Mas havia jornais diferentes também, os quais, com naturalidade e respeito, contavam o que estava acontecendo. Seus representantes não buscaram pelos casos em que os enfermos não foram curados, mas viram e consideraram os que foram. Eram representantes honestos no campo e devemos reconhecer isto.

Mas como esses repórteres enganadores reagem frente a uma nação que pensa, agora que os resultados estão aparecendo? Somente neste jornal houve cerca de vinte casos de cura, e conseguiremos mais. Como os jornais podiam esperar que os outros repórteres seriam responsáveis, quando nessa matéria transmitiram informações completamente falsas e mentirosas? Ou é humilhante demais cancelar tudo o que já escreveu? Isso seria, de qualquer modo, o caminho correto, um caminho pelo qual a imprensa conseguiria de volta pelo menos um pouco do respeito que perderam perante os olhos dos nossos cristãos.

O jornal evangélico escreveu uma manchete dizendo: “Deus veio para ver Seu povo”, em apoio ao ministério do irmão Branham. O jornal luterano “Word” fez uma pequena pausa na observação e defendeu fortemente essas tão estimadas reuniões. O pastor Murto escreveu um artigo no jornal chamado “As fronteiras estão se moldando” que foi dedicado à uma perspectiva bíblica sobre a fé. Ele adverte as pessoas a não seguirem o espírito dos sumos sacerdotes e diz que assim como para a igreja, essas reuniões foram um chamado sério para o despertar de nossa nação. “Estamos no limite das coisas. As fronteiras estão se formando. Onde é o seu lugar?” ele pergunta. Outro jornal luterano chamado “Kotimaa” não sabe o que fazer pois não pode dar crédito algum, mas estão com vergonha de negar. Então escreveram um artigo sobre isso e, em outro artigo, fizeram um alerta sobre o espírito de heresia em Messuhalli.

Em 15 de maio o jornal “Kotimaa” publicou uma foto infeliz da reunião sacerdotal de ministros em Helsinque, onde haviam discutido as reuniões de Branham. Quando se lê isto, vem a minha mente a discussão que costumavam ter a respeito de Jesus. João 7:12. Diziam alguns: Ele é bom. E outros diziam: Não, não é, ele só engana o povo.

O Doutor M. Juva pensava que o irmão Branham usava poderes mentais que geralmente não são usados. E que as ações de Branham foram impulsionadas por um enorme mecanismo de propaganda. (Quem fez isso? Certamente não foram os organizadores das reuniões.) O mesmo Sr. Juva afirma que Branham deixa de fora da cura, os cegos e aleijados. (Mesmo essa acusação não é verdade, pois aleijados e cegos haviam sido curados, e havia provas dos casos na reunião sacerdotal desses ministros, mas acho que não as apresentaram.) Aliás, o que é esse poder mental de que esses doutores e sacerdotes estão falando? Deixe-os mostrar pessoalmente quem tem tal poder! Branham tinha condições de falar ao microfone durante todo o período, quando a pessoa enferma vinha até ele, e sem olhar para a pessoa, dizia se ela era crente ou não e qual era a sua doença ou enfermidade. É tão difícil de reconhecer que esse foi um dom dado por Deus?

E então o pastor O. Päivänsalo afirmou que o comparecimento de Branham havia diminuído o valor da Bíblia. O pastor Voitto Viro esperava que Branham pudesse realizar reuniões na igreja luterana e o pastor M. Alaja pensou: “Todos deveriam ter comparecido para ouvir e aprender de Branham.” Dean Valtasaari disse as palavras mais chocantes sobre a sugestão de Voitto Viro em relação a Branham ser levado à igreja luterana para falar: “Com um chicote, Jesus o expulsaria”. O pastor Airas, por outro lado não conseguia entender o motivo de os pregadores não terem ido ouvir Branham.

Houve uma grande agitação na reunião. Alguns deles pareciam ter subitamente seus olhos abertos e olhavam em volta com espanto. Mas o velho espírito dos sumos sacerdotes ainda vive em algumas pessoas… Será interessante ver se a corrente voltará ao seu antigo caminho após a agitação, ou talvez leve algumas pessoas para a estrada da obediência e da fé, a qual é uma estrada de vergonha, porém de bênçãos.

O que dirão os doutores, já que vários estiveram nas reuniões também? Doutores cristãos respeitam o trabalho de Deus, já os incrédulos o desonram. Um deles disse: “Levaram 40 milhões com eles!” Então esse é o significado de tudo para eles, honorários? Quem os pagaria?!! Não era para os que eles não puderam curar, conseguirem ajuda? Eles não precisam se preocupar muito sobre perder seus pacientes. Há mais do que suficiente enfermidade neste mundo pecaminoso para cobrir sua renda.

Eu me pergunto, como sendo pessoas instruídas como são os doutores, não sabem que os estrangeiros não podem tirar dinheiro do país. É a lei. E posso dizer por mim que, antes que alguém oferecesse dinheiro, eles ofereceram royalties a Branham e Lindsay pelos livros que escreveram, que rendiam dezenas de milhares (marcos finlandeses), e nenhum deles os aceitou. O dinheiro foi doado ao trabalho missionário, e nunca chegou à mão de nenhum deles. Mas quem inventa essas mentiras, conta as coisas assim, eles mesmo teriam feito isso se possível e poderiam fazer de acordo com sua própria vontade. Mas nossos convidados não estavam atrás de dinheiro.

Alguém deu início a um rumor de que era possível comprar ingressos para as reuniões em Kuopio, mas eram muito caras, 1000 – 5000 FIM (moeda finlandesa), mas o interessante foi que ninguém pediu provas de que alguém teria pago por eles! Automaticamente acreditavam nisso quando era algo negativo. Mas quando uma pessoa que usava muletas e próteses as jogava de lado, eles diziam: “Quero uma prova pelo médico! Essa pessoa nunca esteve doente!” E quando um cego começava a ver, perguntavam: “Ele realmente estava cego esse tempo todo?”

Jesus certa vez disse: “Como podeis vós crer, recebendo honra uns dos outros, e não buscando a honra que vem só de Deus?”

Mas a verdade no evangelho de Jesus, que morreu pelos nossos pecados, ainda é verdadeira quando a Palavra afirma que Ele levou também nossas enfermidades à Cruz. Essa verdade vai atravessar a Finlândia e a Escandinávia, e todo o mundo. É como um “leão à solta” que atacará em meio a este mundo incrédulo. Mas o bom Deus em Seu grande amor organizou isso para que haja pessoas em todos os lugares que recebam sua cura através de uma oração de fé. Essa pessoa é como uma coluna ao redor da nação. Até o sorriso de um escarnecedor desaparece quando uma testemunha corajosa avança dizendo o que o Senhor fez. Isso também aconteceu em um ônibus vindo para Helsinki. Dois cavalheiros estavam zombando das reuniões em Messuhalli. Uma dama os interrompeu dizendo: “Cavalheiros, não se empolguem tanto! Por acaso estiveram lá?” Responderam: “Não, não estivemos.” Ela disse: “Mas eu estive, e também sou uma testemunha viva do que o Senhor faz. Recebi de volta a audição do meu ouvido que era surdo desde minha infância, e há uma pessoa dentro deste veículo que pode provar.”

A zombaria cessou, a conversa parou. Os cavalheiros ficaram envergonhados.


A ESPERANÇA DAS NAÇÕES

“Oh, Salvador, por Quem a terra está esperando
Com Quem temos sonhado por tanto tempo!
Oh, tenha misericórdia de Teu povo que anseia
E dê-nos o reino de paz!”

Nas noites quando estava voltando das reuniões Branham em Helsinki e Kuopio, eu constantemente ouvia as pessoas de St. Luke dizendo: “Vimos coisas maravilhosas hoje.” No final de um dos cultos, o irmão Lindsay disse: “Vocês viram e ouviram hoje à noite coisas que muitos reis e profetas gostariam de ter visto, mas não puderam.” No decorrer das reuniões a fé foi aumentando, e se ao menos pudéssemos dar continuidade ao que havia acontecido, pois “tudo é possível para aquele que crê!” Estamos às margens de uma nova era.

Há quase dois mil anos, havia um homem solitário na terra. Aos olhos das pessoas, Ele era apenas o filho de um carpinteiro que, com compaixão, teve piedade dos pecadores e enfermos. Todas aquelas pobres pessoas que estavam sob o inimigo. Ele pregou um evangelho maravilhoso, sobre o Reino Celestial que as pessoas daquela época podiam encontrar através Dele. Aos pecadores que haviam sido oprimidos pelo diabo, Ele declarou perdão dos pecados. Quando se aproximaram Dele, Ele realizou grandes obras na vida de cegos, surdos, leprosos e coxos. Ele, Jesus Cristo, o único Filho de Deus, recebeu dos sumos sacerdotes e do governo uma coroa de espinhos, traje de humilhação, chicotadas, insultos e, acima de tudo, o madeiro da cruz, onde foi pregado como louvor por Sua boa ação.

“Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.”
Isaías 53:4,5

E agora, quase 2000 anos depois, somos repentinamente trazidos de volta aos dias de nosso Salvador e dos apóstolos! Vi como os coxos deixaram suas muletas, como os surdos ouviram, os cegos viram e os mudos falaram. Tive de falar com eles, tocá-los com minhas mãos e vi a alegria e as lágrimas de felicidade. Foram dias maravilhosos, e podemos viver na benção do evangelho completo, esperando que continue por Sua graça, Ele é o autor, consumador e Aquele que aperfeiçoa nossa fé. Louvado seja Deus!

Quando vi a multidão de centenas de doentes que iam rapidamente às reuniões de cadeiras de rodas e outros deitados em macas, pessoas em situação lamentável, que precisavam de ajuda o tempo todo; vi pessoas com problemas mentais, possuídas e vítimas de várias doenças terríveis, uma esperança se acendeu em mim de que algum dia todas as maldições seriam tiradas do mundo. A medicina nunca esteve em uma posição tão elevada como em nossos dias e ainda assim nunca houve tantas pessoas doentes como há agora. A única esperança para essa humanidade doente é a breve vinda de Jesus Cristo e o reino de paz no milênio que haverá na terra. Então a humanidade que foi atormentada e perturbada pelo diabo poderá descansar sob Suas asas.

Vocês que não são salvos, mudem suas mentes e creiam no Evangelho para participar do grande dia que em breve virá! Quando vemos a angústia da humanidade, que nossa oração seja: “Vem Senhor Jesus, a única esperança das nações! Vem e remove a maldição do pecado dos confins da terra, e nos dê o reino de paz pelo qual anelamos!”

Unto Kunnas

 

Fonte: Voice of God Recordings

gravações a voz de Deus

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