Curada #2


Levando ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados.

I Pedro 2:24

A diferença entre o verdadeiro cristianismo e qualquer outra fé é que temos um Salvador ressuscitado, e pelas Suas feridas, JÁ estamos sarados. Esta irmã tomou Deus em Sua Palavra e viu essa mesmíssima promessa manifestada em sua vida.

Queria compartilhar o que Deus fez por mim ano passado. Levei um tempo para escrever, mas senti que valia a pena compartilhar. Na primeira semana de agosto do ano passado, eu estava no quintal e pisei em um prego. O prego atravessou meu sapato em ângulo, entrando bem mais de um centímetro no dedo e no pé. Imediatamente limpei bem a ferida e comecei a banhá-lo, mas dentro de uma semana estava inchado. Fui até o atendimento de urgência e recebi antibióticos, os quais tomei, e o inchaço e a dor cessaram, e não pensei mais nada sobre isso até novembro. Aconteceu de eu olhar para o pé uma noite e percebi que o dedo estava muito vermelho e inchado, de modo que fui até o atendimento de urgência novamente. Desta vez radiografaram meu pé, mas não conseguiram ver nada de errado, de modo que me encaminharam a um podólogo.

O atendimento de urgência tinha novamente prescrito antibióticos, mas o dedo continuava a inchar, e a área em torno dele estava ficando de um vermelho ameaçador, e estava começando a ter uma sensação de dor muito profunda. Quando fui ao podólogo, ele ficou muito preocupado. Disse que temia que eu tivesse infecção óssea, e explicou a gravidade desse diagnóstico. Ele até me disse que se fosse mais velha, eles recomendariam que o dedo fosse amputado, se fosse infecção óssea, mas como eu era jovem, provavelmente me prescreveriam seis semanas de antibióticos intravenosos, mas havia possibilidade disso não funcionar.

Ele agendou uma ressonância magnética, e o diabo começou a me atacar. Comecei a me preocupar, pensando em como isso afetaria minha vida, meus filhos e marido, mas cada dardo que satanás atirava em mim era bloqueado pela Palavra. Cada fita que eu ouvia na igreja e em casa ia reforçando que a cura é uma obra acabada, e cabe a mim crer e aceitá-la. Toda Citação do Dia e tudo mais que eu lia me incentivava mais do que eu já tinha experimentado antes. Apresentamos um pedido de oração ao Tabernáculo Branham e à GVD, e fui para a ressonância magnética armada com o escudo da fé. O diabo ainda ficava insistindo, todavia. Sou um pouco claustrofóbica, e o diabo tinha me deixado nervosa e tensa com respeito à ressonância magnética, mas mesmo ali Deus estava comigo e encontrou uma solução, porque acabaram por não ter de me colocar inteiramente dentro do tubo. Lembrei que o irmão Branham disse que cantar dá coragem, então comecei a cantarolar hinos, e logo o nervosismo saiu e fiquei tão relaxada que quase adormeci.

Quando voltei ao médico eu não estava nervosa ou com medo, estava animada, e estava tão ansiosa para ver o que Deus tinha feito. Quando o médico chegou, a primeira coisa que disse foi: “Tenho uma boa notícia. Você não tem infecção óssea.” Ele continuou e disse que ficou muito surpreso porque estava quase certo de que eu tinha, a julgar por tudo o que tinha visto. Algo esteve muito errado, mas tudo o que puderam encontrar na ressonância magnética foi um pouco de fluído e um cisto benigno que Ele disse que nunca me daria problema, e não era nada com que valesse a pena se preocupar. Não houve danos em qualquer lugar dos ossos, nervos, tendões ou músculos. Ele continuou falando, explicando quão devastadora a infecção teria sido para mim, entrando em muito mais detalhes sobre as consequências, e então no meio da sua explicação ele disse: “Mas você não tem nada com que se preocupar, você está curada.” Então ele simplesmente continuou falando, e me perguntei se ele até mesmo soube o que havia dito, mas ouvi: “Você está curada!”

Eu me regozijei e chorei até chegar em casa e compartilhei o que Deus tinha feito por mim com todo mundo, mas meu pé continuava a doer, e satanás tentou me fazer acreditar que ainda havia algo errado. Talvez aquele cisto fosse um problema, ou talvez tivessem deixado de ver alguma coisa, mas continuei crendo que se Deus pôde cuidar da infecção óssea, poderia cuidar do cisto ou do que quer que estivesse causando a dor, de modo que continuei a louvar a Deus pelo que tinha feito. Fiquei me lembrando do que o irmão Branham disse sobre a cura, e que se piora, é sinal de que você está curado. Assim, continuei crendo e compartilhando o que Deus tinha feito pelo meu pé, nunca mencionando a ninguém a dor ou o incômodo que persistiam. Ao longo das próximas semanas, a dor permaneceu, mas começou a se mover, quase como se algo a estivesse empurrando para cima. Certa noite, depois da igreja, meu pé doía tanto que quando entrei no carro, tirei minhas botas e notei que havia uma grande protuberância na parte superior do dedo. Quando cheguei em casa, eu o examinei mais de perto, e parecia que havia algo preto nele, de modo que peguei uma pinça afiada e o cutuquei. Saiu pus, e com a ajuda do meu marido, removemos um objeto preto, redondo e espinhudo com cerca de 3 milímetros de diâmetro.

A primeira coisa que passou pela minha mente foi o que o irmão Branham disse, que depois de você ter sido curado, seu corpo tem que se livrar do tumor, câncer, ou do que quer que estivesse lá. O que quer que tenha sido, nunca apareceu em dois raios-x ou uma ressonância magnética! A dor se foi imediatamente, e meu dedo está agora perfeitamente saudável e bem. Foi exatamente como o médico tinha dito, estou curada. Louvado seja Deus! Ele não é maravilhoso? Nós servimos a um Deus vivo, o que temos a temer?

Irmã Grace

Indiana

Fonte: Voice of God Recordings

gravações a voz de Deus

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